Visite Site Oficial

Visite Site Oficial
BLOG WITH TRANSLATOR
Mostrando postagens com marcador obesidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador obesidade. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Dia Mundial de Combate à Obesidade

 Hoje comemora-se o Dia Mundial de Combate à Obesidade, também o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. A obesidade tem maiores consequências para o público infantil. Estima-se que 41 milhões de crianças menores de 5 anos sejam obesas ou estejam acima do peso no mundo. As informações são de especialistas Organização Mundial da Saúde (OMS), que lançaram na quarta-feira (4) novas diretrizes para enfrentar o que eles consideram uma epidemia global.
Diante de evidências que indicam que o problema afeta tanto países desenvolvidos, quanto em desenvolvimento, a OMS divulgou detalhes sobre como profissionais treinados podem identificar melhor os jovens que precisam de ajuda. As diretrizes publicadas para tratar a obesidade incluem aconselhamento e dieta, avaliação dos hábitos alimentares, além das mais comuns medições de peso e altura.
A OMS diz que a prevalência de obesidade em crianças reflete mudanças comportamentais que privilegiam dietas não saudáveis e inatividade física. Urbanização, o aumento da renda, a disponibilidade de fast food, o aumento das demandas educacionais e do tempo diante da televisão e de videogames levaram a uma elevação no consumo de alimentos ricos em gorduras, açúcar e sal e menores níveis de atividade física.

Embora tenham sido feitas grandes intervenções de saúde pública para promover uma dieta saudável e atividade física para adultos, a contribuição de intervenções para jovens e crianças para reduzir o risco de obesidade na vida adulta não foi significativamente priorizada, segundo a OMS.
fonte adaptada: Nações Unidas

Paulo Vicente - Personal Trainer

domingo, 25 de agosto de 2013

Benefícios da atividade física para quem tem diabetes

Exercício reduz a gordura nos órgãos e melhora o aproveitamento da glicose pelos músculos.

Sabidamente o exercício físico feito de maneira regular e bem orientado é hoje o principal fator na prevenção de diversas doenças como obesidade, hipertensão arterial, infarto do miocárdio, osteoporose e diabetes. 

 Mesmo para aqueles que já desenvolveram tais doenças, a atividade física em algum momento da evolução do paciente vai fazer parte do tratamento.
Especificamente em relação ao diabetes, o exercício físico melhora o aproveitamento da glicose pelos músculos, reduzindo muitas vezes as doses dos medicamentos utilizados e ajudando a prevenir problemas associados ao diabetes, como alterações na retina, vasos sanguíneos, nervos, rins e coração.
 Num trabalho recente realizado no Centro Médico Universitário de Leiden, na Holanda, foi comprovada, através de ressonância magnética, uma redução da gordura ao redor de órgãos como coração, fígado e rins em 12 pacientes com diabetes tipo 2 (quando não há necessidade do uso de insulina para o controle da doença) secundária ao exercício físico. A redução deste tipo de gordura está associada a uma menor ocorrência de complicações do diabetes como o infarto do miocárdio. É importante que o diabético converse com seu endocrinologista sobre os exercícios que já realiza ou pretende iniciar, pois muitas vezes serão necessários ajustes na dosagem de insulina e dos medicamentos orais comumente utilizados.
Recomendações gerais
 Se considerarmos o exercício físico como um "medicamento" a ser utilizado pelo diabético, ele terá uma "dose ideal" para cada pessoa. Genericamente recomenda-se que sejam realizados exercícios de 30 a 60 minutos por dia, cinco a seis vezes por semana, de intensidade leve a moderada. Esta intensidade normalmente é determinada através de uma consulta médica especializada e de um teste ergométrico (eletrocardiograma de esforço) para que sejam determinados limites adequados para cada indivíduo.
 Dá-se preferência aos exercícios aeróbicos, aqueles que podem ser mantidos por um período de tempo relativamente longo e que movimentam grandes grupos musculares como os encontrados nas coxas, pernas e braços. São exemplos destes exercícios a caminhada, corrida, natação, hidroginástica e ciclismo. Esses exercícios além de melhorarem o aproveitamento da glicose reduzem a chamada gordura visceral que é aquela encontrada ao redor de órgãos como coração, fígado e rins.
fonte: http://www.fitnessbrasil.com.br/novo_site/news_detalhe.asp?Id=1272&utm_source=Fitness+Brasil&utm_campaign=2ddfdc4e63-Fitletter_479_8_21_2013&utm_medium=email&utm_term=0_a8d5b17b25-2ddfdc4e63-24746493

Paulo Vicente - Personal Trainer
www.personalpaulo.webnode.com

domingo, 9 de junho de 2013

Os quatro hábitos saudáveis que podem salvar uma vida - Revista Veja

Cigarro


Os quatro hábitos saudáveis que podem salvar uma vida
Pesquisa americana concluiu que não fumar, não engordar, adotar a dieta do Mediterrâneo e praticar exercícios físicos com frequência são hábitos que, juntos, podem reduzir em até 80% o risco de morte em um período de oito anos. 
Adotar um estilo de vida saudável é uma conhecida recomendação para fortalecer a saúde do coração e proporcionar uma vida mais longa. Agora, um novo estudo da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, determinou quais são os principais hábitos que devem ser seguidos com esse objetivo — e quão benéficos eles são. De acordo com a pesquisa, quatro hábitos saudáveis — que são: praticar atividade física regularmente, manter o peso, seguir a dieta do Mediterrâneo e, "principalmente", não fumar — são capazes de, juntos, reduzir em 80% o risco de morte por qualquer causa em um período de oito anos. Os resultados desse trabalho foram publicados nesta segunda-feira no periódico American Journal of Epidemiology.
Participaram dessa pesquisa 6.229 homens com idades entre 44 e 84 anos que não apresentavam doenças cardíacas quanto o estudo começou. Eles foram acompanhados por quase oito anos. Durante esse tempo, a equipe de pesquisadores deu uma pontuação que ia de 0 a 4 ao estilo de vida de cada voluntário, considerando os quatro hábitos citados acima. Quem não seguia nenhum desses quatro hábitos recebeu zero, aqueles que seguiam apenas um hábito, um ponto, e assim por diante. Apenas 2% dos participantes receberam a pontuação máxima. 
Segundo os resultados, o risco de um participante que tinha a pontuação máxima morrer por qualquer causa durante o período do estudo foi 80% menor do que o risco daqueles com a pontuação mínima — ou seja, que não seguiam nenhum dos hábitos saudáveis avaliados.
A influência do cigarro — Além disso, os pesquisadores observaram que, entre esses quatro hábitos, o de evitar o cigarro foi o mais significativo em reduzir o risco de doença coronariana e de mortalidade. "Na verdade, os fumantes que adotaram dois ou mais comportamentos saudáveis continuavam a apresentar taxas menores de sobrevivência em comparação com os não fumantes que eram sedentários e obesos", diz Roger Blumenthal, cardiologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins e um dos autores da pesquisa.
De acordo com Blumenthal, os resultados dessa pesquisa reforçam as recomendações da Associação Americana do Coração, que indica, por exemplo, a manutenção de uma dieta rica em vegetais, frutas, nozes, grãos integrais e peixe e de um índice de massa corporal (IMC) menor do que 25.
"Embora existam fatores de risco os quais as pessoas não podem controlar, como idade e histórico de doenças na família, essas mudanças de estilo de vida são coisas que as pessoas podem mudar e, consequentemente, fazer uma grande diferença na sua saúde. É por isso que acho que essa é tão importante", diz Haitham Ahmed, que coordenou o estudo.
fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/os-quatro-habitos-saudaveis-que-podem-salvar-uma-vida?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=31%2F05%2F2013+-+INFORMATIVO+INSPIRAR+39

Paulo Vicente - Personal Trainer
www.personalpaulo.webnode.com

quinta-feira, 25 de abril de 2013

RELAÇÃO ENTRE O SONO E O AUMENTO DE PESO

A RELAÇÃO ENTRE SONO E GANHO DE PESO
Algumas informações relevantes sobre o aumento de peso e noites mal dormidas.

Quais relações conseguimos estabelecer entre sono e obesidade?
Durante a noite produzimos a leptina, um inibidor natural de apetite. Quando a pessoa não dorme, cai a produção deste hormônio. Já os níveis de grelina (que estimula o apetite) aumentam. Essas alterações nos hormônios favorecem o ganho de peso.

Qual a relação entre uma má noite de sono e ansiedade? E o que isso tem a ver com a obesidade?
Em certas situações é até normal a ansiedade, porém passa a ser um problema quando sentimos sem saber o motivo ou de maneira exagerada frente a situações normais da vida. Pode existir uma relação de ansiedade com insônia, ou seja, ansiedade levando à insônia e a noites mal dormidas. O ansioso geralmente demora para dormir e quando consegue pode apresentar muitos despertares no decorrer da noite. A ansiedade acaba aparecendo na hora de dormir, pela expectativa de que consiga adormecer. Quando a pessoa está em estado de ansiedade costuma procurar alguma forma de aliviar a tensão, em muitos casos comendo em demasia. Além da própria falta de sono, que pode fazer com que a pessoa levante da cama e procure algo para comer. 


Qual a relação entre uma boa noite de sono, a glicemia e a obesidade?
Na fase profunda do sono liberamos a insulina, que equilibra o nível de glicose.
Não dormir direito pode elevar a quantidade de cortisol, que descompensa a glicemia. O efeito é mais açúcar e mais chances de desenvolver a diabetes.

O corpo gasta energia enquanto dorme?
Uma noite bem dormida proporciona a perda de calorias. Essa perda está associada ao peso e idade da pessoa.

A digestão pode ser feita durante o sono? Como deve ser a alimentação antes de dormir?
Durante o sono, o funcionamento de vários órgãos é alterado, o metabolismo fica mais lento. A recomendação é fazer uma refeição mais leve no jantar, evitar alimentos gordurosos. Não precisa cortar jantar, já que o corpo também queima calorias durante o sono e precisa de nutrientes para manter as funções vitais à noite.

Dormir bem aumenta a disposição para praticar exercícios físicos? Por que?
Dormir bem aumenta a disposição diária, para atividades no trabalho, escola, inclusive para a prática de exercícios físicos. Durante o sono o corpo se regenera e regenera fazendo a síntese de proteínas e que por este motivo o cansaço acumulado ao longo do dia desaparece.

Dormir demais também engorda?
O ideal é dormir o tempo necessário para o descanso, nem mais nem menos. Dormir demais pode contribuir para o aumento de peso, já que durante o sono gastamos menos calorias. E dormir pouco pode inibir a produção da leptina e aumentar da grelina.

É preciso encontrar um tempo adequado de sono?
Sim. Cada pessoa tem seu tempo ideal de sono, que varia conforme a idade. A maior parte da população adulta precisa de sete a oito horas por dia. Crianças com dez anos dormem entre 9 e onze horas e os adolescentes cerca de nove. Os recém-nascidos dormem de 16 a 18 horas por dia, com variações para cada bebê. À medida que o tempo vai passando, as pessoas realmente dormem menos.
fonte: http://www.institutodosono.com.br/dicas.asp

Paulo Vicente - Personal Trainer
www.personalpaulo.webnode.com

domingo, 3 de junho de 2012

10 fatores que influenciam na balança


Antes de achar que a dieta não vale a pena, é preciso compreender que o organismo oscila de peso ao longo do dia e, às vezes, provoca um acréscimo de até 2 kg. A retenção de líquidos, a prisão de ventre e os hormônios podem interferir no resultado. Para evitar frustrações, o ideal é se pesar a cada 15 dias. Veja  quais são os fatores que contam na balança. A culpa nem sempre é do que você coloca no prato!

1. A TPM, um rebuliço hormonal
Se você está naqueles dias, é possível que seu peso aumente de uma hora para a outra. A mulher pode ganhar até 2 kg durante essa fase. Isso porque a progesterona, hormônio feminino, age nos rins, inibindo a eliminação de sódio e provocando o inchaço. Estudos mostram que 92% das mulheres manifestam sintomas pré-menstruais e, dessas, 30% apresentam retenção de líquidos. Como durante essa fase o nível de serotonina está mais baixo, bate aquela ansiedade e com ela a vontade incontrolável de comer. Daí, o ponteiro da balança sobe mais um pouco...

2. A terrível retenção de líquidos
Cerca de 60% do peso corporal é composto de água. Qualquer variação nesse número faz a pessoa sentir-se inchada. Em situações normais, a quantidade de líquido do corpo é distribuída pelo sangue de forma equilibrada - processo conhecido como homeostase. Entretanto, se houver alguma alteração e a água não for eliminada, ficará retida no organismo, causando edema e inchaço. De modo a evitar o problema, tome no mínimo 2 litros de água por dia para auxiliar na eliminação das toxinas e evite o consumo de alimentos ricos em sódio. "um grama de sal pode reter até 200 ml de água", alerta o nutrólogo do Instituto de Metabolismo e Nutrição, Celso Cukier, em São Paulo. Para voltar à normalidade e expelir o excesso, o organismo leva até 3 dias. Leia-se alguns quilos a mais, pelo menos por esse período.

3. O ganho de massa magra
Na musculação há o ganho da massa magra e redução de gordura. É comum a pessoa pesar-se e ficar preocupada ao notar que houve aumento de peso. Mas isso é normal, já que o músculo é denso e pesa mais do que a gordura! Se você perder 3 kg de gordura e ganhar 3 kg de massa magra, mesmo sem a alteração de peso, notará que as suas roupas ficarão mais largas. Isso porque a área ocupada pela massa magra é menor do que a ocupada pela gordura. Não se preocupe apenas com o número indicado na balança. Fique atenta, também, à relação entre massa gorda e massa magra na composição corporal.

4. O horário em que se pesa
A hora que você sobe na balança tem influência sobre o peso corporal por causa da ação da gravidade. Após um dia inteiro trabalhando em pé ou sentada, os líquidos corporais, que deveriam circular pelo corpo através da corrente sanguínea, acabam se acumulando nos membros inferiores. É por isso que no final do dia as pernas ficam inchadas. Ao deitar, esse líquido é absorvido para dentro dos vasos sanguíneos, filtrado nos rins e eliminado na urina, pela manhã. Por isso, algumas pessoas têm a sensação de que emagreceram durante a noite. O  ideal é se pesar sempre no mesmo horário, de preferência pela manhã, em jejum, após ter ido ao banheiro.

5. Bexiga cheia
Beber água ajuda na perda de peso e promove uma verdadeira faxina no organismo, eliminando toxinas e auxiliando no bom funcionamento do intestino. Mas para evitar um susto, não suba na balança logo depois de tomar um copão de água! Para se ter uma idéia, meio litro de água corresponde a meio quilo a mais na balança!.

6. Roupas e sapatos pesados
Na hora de subir na balança, livre-se do peso extra. Por isso, se você se pesa em casa, fique pelada mesmo. Mas se você está costumada a pesar-se em farmácia, por exemplo, tire ao menos os sapatos e blusas a mais. 

7. O tipo de balança
Procure se pesar sempre na mesma balança, assim, você poderá acompanhar corretamente qualquer alteração. Mas lembre-se de que as balanças caseiras não são muito precisas. A  mecânica tem uma faixa de erro de 5% para mais. Já a digital tem margem de erro menor, cerca de 2%. Quando  você se curva para enxergar a marcação, pode alterar o resultado.

8. Intestino preguiçoso
Depois que comemos, inicia-se o processo de digestão, absorção e por fim a eliminação dos resíduos que não foram aproveitados pelo organismo. Se houver um comprometimento em alguma dessas etapas, levando à retenção das fezes, haverá um aumento de peso proporcional - em média de 100 a 300 gramas - podendo variar dependendo da quantidade de material não absorvível. 

9. Excesso de suor
Tem gente que se pesa depois da aula de aeróbica e dá pulos de alegria porque o ponteiro da balança abaixou. A diferença pode chegar a mais de 1 kg! Pura ilusão! Especialistas do American College of Sports Medicine (ACSM) e National Athletic Trainers Association (NATA) afirmam que a diferença no peso antes e depois do exercício é resultado apenas da eliminação de água e sais minerais através do suor. Mas não se engane: a queima de calorias não é diretamente proporcional à quantidade de suor. É preciso esperar alguns dias para saber se você realmente afinou!

10. Estômago satisfeito
Se você acabou de comer, todo o peso do alimento ingerido vai se refletir na balança. Isso mesmo! Por isso, se consumiu meio quilo de comida, terá meio quilo a mais no peso!  Para evitar sustos e aborrecimentos, procure se pesar sempre em jejum, pela manhã.

Ossos também pesam.
Ossos largos ou estreitos, assim como a altura, também afetam o peso na balança. "Cerca de 60% do peso corporal é composto por água, enquanto o restante é dividido entre massa magra, massa óssea e gordura", explica o ortopedista Ricardo Cury, professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo. A genética, a  etnia, a prática de exercícios e idade também influenciam na estrutura óssea. Existem 3 biótipos físicos:
> Mesomorfo: Pessoas com esse tipo de estrutura corporal tendem a ter uma maior definição muscular e uma estrutura óssea mais larga. Ganham massa muscular com facilidade e como têm o metabolismo acelerado, perdem peso rapidamente.
> Endomorfo: Parecem mais robustos, dando muitas vezes a ilusão de que grande parte da massa se concentra na região abdominal. Já os membros superiores e inferiores são curtos no comprimento e na largura. Têm as mãos e os pés relativamente pequenos, engordam com facilidade e apresentam quadris largos e coxas bastante volumosas.
> Ectomorfo: Tendem a ter um aspecto frágil e delicado, com membros superiores e inferiores longos. Os ossos são leves, os pulsos são firmes e apresentam pouca massa muscular.
fonte: http://www.fitnessbrasil.com.br/novo_site/news_detalhe.asp?Editoria=5%20&Id=1139

Paulo Vicente - Personal Trainer
www.personalpaulo.webnode.com

Comer a noite pode contribuir para obesidade, diz estudo.


Todo mundo sabe que comer alimentos gordurosos é o caminho principal para o ganho de quilinhos indesejáveis, mas uma nova pesquisa sugere que a hora em que os ingerimos pode ter um peso fundamental nessa conta. Alimentar-se durante a noite pode ser uma péssima ideia para quem quer entrar em forma. As informações são do jornal britânico Daily Mail.
O alerta veio após alguns testes feitos com camundongos. Um grupo de animais foi conduzido a comer apenas durante um período de oito horas, enquanto um segundo grupo pôde se esbaldar de comer na hora em que sentissem vontade - de noite ou de dia.

Os pesquisadores americanos descobriram que apesar de os dois grupos ingerirem uma quantidade de calorias semelhante, os que comeram em horários durante o dia não se tornaram obesos. Eles acreditam que os animais que se alimentaram à vontade ganharam peso porque interromperam seus relógios biológicos. Eles acreditam ainda que o mesmo princípio pode ser aplicado aos seres humanos.

O líder do estudo, Dr. Satchidananda, disse que em certos horários do dia, o fígado, o intestino e os músculos atingem o pico de sua eficiência, enquanto em outros momentos eles estão "dormindo". "Todo órgão tem um relógio. Estes ciclos metabólicos são críticos", acrescentou, explicando que quando os camundongos comem ao longo do dia e da noite podem acabar interferindo nestes ciclos.

Ao final do estudo, os ratinhos que comeram durante todo dia e a noite apresentaram 70% a mais de gordura do que o grupo que teve sua alimentação limitada ao dia. Satchidananda reforçou que restringir a quantidade de refeições pode diminuir os níveis de obesidade.

Fonte: saude.terra.com.br

Paulo Vicente - Personal Trainer

sábado, 21 de abril de 2012

49% dos brasileiros estão acima do peso.


Os hábitos dos brasileiros à mesa têm mudado nos últimos anos e não necessariamente para melhor. Ao menos é o que indica o mais recente levantamento do Ministério da Saúde. Realizada pela Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) em parceria com o Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo, a pesquisa reúne o resultado de 54 mil entrevistas feitas em todo o Brasil. O resultado é alarmante: 49% da população está acima do peso. Esse valor é maior do que os porcentuais encontrados em anos anteriores. Em 2006, por exemplo, o índice era de 43%. Enquanto o número de obesos no país pulou de 11,4% (dado de 2006) para 15,8% atualmente. Sabe-se que o envelhecimento é uma das principais razões para o aumento de peso, mas a pesquisa também apontou a interferência dos hábitos alimentares. O aumento do consumo de carne gorda e de leite integral está entre os principais fatores para o crescimento do problema, além dos fast-foods consumidos pelos adolescentes. A obesidade é hoje um mal mundial, acomete mais da metade da população e pode causar problemas graves de saúde, como doenças cardiovasculares, hipertensão, diabetes e até câncer. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, falou recentemente que o excesso de peso é algo democrático entre nós: está presente de norte a sul, em todas as faixas etárias e classes sociais. Mas alertou sobre o crescimento da obesidade entre os mais pobres e entre aqueles que há pouco ascenderam socialmente. "Essa parcela da população tem praticado menos atividade física e consumido mais produtos não saudáveis", disse o ministro. Além de uma alimentação saudável, que pode ser orientada por nutricionistas, a atividade física regular também é importante para que se mantenha uma vida saudável dentro do peso ideal. 


Paulo Vicente - Personal Trainer

sábado, 14 de janeiro de 2012

Cientistas descobrem os benefícios do hormônio do exercício

Cientistas de dois centros de pesquisa importantes dos Estados Unidos descobriram o motivo exato de os exercícios físicos fazerem bem à saúde. E, pelo menos em tese, essa descoberta pode ajudar até quem é impossibilitado de se exercitar. Músculos fortes, coração saudável. Que a prática regular de exercícios faz bem para o corpo, ninguém duvida. Esta semana, cientistas da universidade de Harvard e do Instituto Dana-Farber encontraram mais um bom motivo para abandonar a preguiça. Os pesquisadores descobriram um novo hormônio que é liberado no nosso organismo quando fazemos atividades físicas. Batizado pelos cientistas de irisina, ele acelera a queima de calorias e atua no nosso corpo mesmo depois que o exercício foi concluído. Os testes feitos com ratos em laboratórios mostraram que quando o músculo é exercitado uma proteína é liberada e partida em vários pedaços. Um deles é a irisina. Através da corrente sanguínea, esse hormônio chega à gordura comum, também chamada de gordura branca, que armazena calorias. A irisina transforma a gordura branca em marrom, onde a queima de calorias é muito mais rápida.
Segundo o doutor Christhopher Buetttner, professor da escola de medicina do hospital Mount Sinai, a descoberta deste novo hormônio é importante e um medicamento feito à base dele poderia ajudar pessoas com obesidade mórbida e as que correm risco elevado de desenvolver diabetes. Mas é preciso entender ainda como isso vai funcionar em seres humanos. Esse hormônio pode ajudar as pessoas a queimarem mais energia, mas quando isso acontece as pessoas tendem a comer mais também, você fica com mais fome. É preciso fazer mais testes, alerta o médico.

Paulo Vicente - Personal Trainer

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Governo finaliza plano para prevenção e redução de obesidade.

O governo colocará em prática um plano de metas para conter a obesidade no País, considerada uma epidemia pelo Ministério da Saúde. Com lançamento previsto para janeiro, o projeto tem como objetivo principal reverter a curva de crescimento da doença, reduzindo drasticamente os índices entre as crianças de 5 a 9 anos e estacionando a evolução do problema entre adultos. Quase metade dos brasileiros com mais de 20 anos está acima do peso. Na cidade de São Paulo, os números são ainda mais altos.
O Plano Intersetorial de Prevenção e Controle da Obesidade é uma iniciativa dos ministérios da Saúde e do Desenvolvimento Social, em parceria com outros 17 ministérios. A ideia é estabelecer ações que ajudem a reduzir o excesso de peso no País nos próximos dez anos. “Mudar hábito alimentar não é uma coisa que se muda de uma hora para outra. Nossa proposta é lançar o plano já com ações operacionais no início de 2012”, diz Maya Takagi, secretária nacional de segurança alimentar e nutricional do Ministério de Desenvolvimento Social.
É a situação das crianças que mais preocupa o governo. “Se mantivermos essa tendência de crescimento da obesidade entre as crianças, em 13 anos chegaremos a um nível inaceitável. Deter o avanço dessa epidemia é uma questão de saúde pública”, diz o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. Pesquisa divulgada neste ano pela pasta indica que o porcentual de meninos de 5 a 9 anos com obesidade cresceu mais que cinco vezes entre1975 e 2009, passando de 2,9% para 16,6%. A meta, no plano para os próximos dez anos, é chegar ao patamar de 1998, de 8%. Mas, se a tendência atual for mantida, a taxa deve atingir 46,5% em 2022.
Para as meninas, a meta também é chegar ao índice de 1998, quando 5% das garotas de 5 a 9 anos estavam obesas. Entre elas, esse porcentual passou de 1,8% para 11,%8 de 1975 para 2009. Os números relativos à população adulta impressionam também. Em 1975, 18,5% dos homens adultos estavam com excesso de peso – em 2010, esse índice saltou para 50,1% no País e chegou a 51,1% na capital paulista. Entre as mulheres adultas, o índice de excesso de peso passou de 28,7% para 48% entre 1979 e 2010.
Para tentar reverter a situação, o governo estabeleceu três focos de ação, sendo o principal o aumento na oferta de alimentos saudáveis (frutas, hortaliças, grãos e peixes). A ideia é melhorar o programa de alimentação escolar, oferecer cardápios saudáveis em restaurantes populares e ampliar a comercialização das frutas e hortaliças mais consumidas no País. Outra vertente do plano é o investimento em educação alimentar, detalhando como a alimentação saudável deve ser trabalhada nas escolas.
O terceiro eixo é a promoção da prática de exercícios físicos, com incentivos para a construção de ciclovias e academias populares – um projeto lançado neste ano. São academias ao ar livre e com equipamentos públicos, em que um profissional orienta a população sobre as práticas. O objetivo é inaugurar 4 mil unidades em quatro anos. “Ter uma academia pública perto de casa aumenta em quatro vezes a prática de exercícios físicos”, garante Barbosa.

Paulo Vicente - Personal Trainer
http://www.personalpaulo.webnode.com/

fonte: http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/pais-tera-plano-de-combate-a-obesidade/