Visite Site Oficial

Visite Site Oficial
BLOG WITH TRANSLATOR
Mostrando postagens com marcador benefícios atividade física. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador benefícios atividade física. Mostrar todas as postagens

domingo, 20 de agosto de 2017

Buscando a Longevidade

  Olá pessoal, um texto muito esclarecedor sobre longevidade, uma matéria da jornalista Maria Clara Serra, para o portal OGLOBO, onde no final da matéria, esclarece que a velha receita para a longevidade continua sendo a prevenção associada á uma prática regular de atividade física.
Nada mais apropriado do que aproveitar o início de um novo ciclo para renovar os planos para cuidar da saúde. E o momento de reflexão faz com que o movimento nas clínicas de check-up tenha seu maior pico nesta época do ano. Ir ao médico regularmente, no entanto, não basta, alertam os especialistas. Para o homem moderno, que vive hoje com uma expectativa média de 80 anos - e que tende a subir com os avanços na medicina preventiva, biotecnologia e remédios cada vez mais precisos - combater o estresse, responsável por 80% das consultas médicas no mundo, deve ser uma tarefa diária e constante em busca de uma vida mais longa e de qualidade.
Nascida no início dos anos 60, a medicina preventiva foi fruto da corrida espacial - americanos inventaram o check-up para que astronautas não tivessem problemas de saúde no espaço - e mudou muito de lá para cá. O advento de vacinas com uma cobertura cada vez mais abrangente e a ampliação das noções de saúde pública, com campanhas de prevenção, além de técnicas sofisticadas para tratamento de doenças mais frequentes, aumentou a longevidade humana desde então. Somente no Brasil, entre 1960 e 2010, a expectativa média de vida dos brasileiros passou de 48 para 73,4 anos. Foram 25,4 anos a mais em 50 anos, ou um pouco mais de cinco anos por década.
- A importância da medicina preventiva também foi muito grande no sentido do custo-benefício da saúde pública. Se pudermos evitar o aparecimento de um novo paciente com diabetes, por exemplo, fazendo determinadas condutas, prevenimos o custo com o tratamento da doença - diz Pietro Novelino, presidente da Academia Nacional de Medicina. - A prevenção não é apenas para que a doença não venha. Pacientes cardiopatas ou com diabetes, por exemplo, já têm todo um acompanhamento visando o aumento da sua qualidade de vida.
Mais conforto e precisão
A prevenção caminha a passos largos, mas o campo do tratamento é o que reúne os maiores avanços da medicina. A cirurgia robótica ou assistida por computador já é uma realidade e tem mudado as perspectivas de recuperação de pacientes em diversas áreas, como urologia, gastroenterologia, ginecologia e cardiologia, além de ser muito utilizada em procedimentos na cabeça, no pescoço e no tórax.
- O limite da idade humana vai acabar com o avanço das novas tecnologias. Já conseguimos reduzir o tempo de cura e cicatrização de cirurgias com o uso da robótica, e o aumento do conhecimento da biologia molecular nos possibilita criar órgãos artificiais a partir de células-tronco - conta Gilberto Ururahy, diretor médico da Med-Rio Check-up. - Sem falar na nanotecnologia. São motores e receptores implantados na célula do indivíduo e conectados a computadores super modernos. Além de aumentar o monitoramento da saúde do paciente, a tecnologia pode fazer com o que o corpo responda muito melhor ao tratamento.
Se tempos atrás membros de uma família portadora de uma doença genética com um percentual de penetrância elevado (maior chance de que o gene se expresse em parentes e descendentes) só ficavam cientes do problema após a manifestação dos sintomas - o que reduzia suas chances de cura - agora exames que podem apontar fatores de risco presentes no DNA são cobertos até por planos de saúde.
- Em breve, cada indivíduo vai ter em mãos seu mapa genético - aponta Ururahy. - Mas apesar dos benefícios que isso pode trazer, segundo uma pesquisa da Universidade de Stanford, apenas 10% das mortes no mundo estão ligadas à genética. A maior parte, 80%, está associada ao estilo de vida.
Com uma atmosfera cada vez mais poluída - segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 223 mil pessoas morreram de câncer de pulmão relacionado com a poluição do ar em 2010 -, o aumento do uso de agrotóxicos e cada vez mais problemas relacionados com a sobrevivência e a adaptação às mudanças climáticas, o meio ambiente se torna um dos fatores de risco que podem desequilibrar essa equação de avanços, segundo Novelino:
- Somos produtos do meio - afirma. - Não dá para assegurar, mas pela minha experiência de mais de 50 anos de exercício da medicina, acredito que houve um aumento de 30% a 35% de influência dos fatores ambientais no desenvolvimento de doenças.
Estresse e consumo de cigarro preocupam
E o consumo de cigarro está diretamente ligado ao problema. Segundo a OMS, eles contêm mais de 4.500 compostos químicos, muitos dos quais se transformam em outras combinações e liberam poluentes como arsênico, amônia, sulfito de hidrogênio, cianeto hidrogenado e monóxido de carbono.
Apesar da restrição aos anúncios e campanhas de conscientização no mundo inteiro, a organização estima que um terço da população mundial adulta, o que corresponde a 1,2 bilhão de pessoas, seja fumante. No Brasil, o consumo de tabaco caiu 20% entre 2006 e 2012, de acordo com dados do 2º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas, mas, mesmo assim, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que, a cada ano, 200 mil brasileiros morram precocemente devido às doenças causadas pelo tabagismo.
- O cigarro é um fator de risco muito grande, mas não apenas para quem o consome. Cerca de 3% das mortes no mundo são relacionadas com o fumo passivo - alerta Novelino. - Por isso eu sempre chamo a atenção de mães e pais para que jamais fumem perto de crianças.
O maior problema de saúde pública nos dias de hoje, no entanto, é um inimigo silencioso que convive com a maioria da população mundial todos os dias: o estresse.
- O que eu venho observando depois de 70 mil check-ups médicos é que o estresse crônico é o principal fator de risco para a saúde do homem moderno - afirma Ururahy. - A medicina preventiva faz o homem viver cada vez mais, mas os males causados pelo estresse preocupam. Um dos órgãos que mais sente os seus efeitos é o coração. Por isso, 40% das mortes em grandes centros urbanos têm como causa problemas cardíacos.
Autor do livro “O Cérebro Emocional: As Emoções e o Estresse do Cotidiano”, Ururahy é um dos maiores defensores do impacto do estresse no aumento da incidência de um estilo de vida inadequado. Segundo ele, as consequências no corpo são causadas pelo aumento da produção dos hormônios adrenalina e cortisol.
- O cortisol afeta a imunidade, acarretando infecções de repetição, aumento da resistência à insulina, agressão à mucosa gastrointestinal, que gera aumento do apetite, e maior aparecimento de coágulos sanguíneos - explica Ururahy. - Já a adrenalina, um forte estimulante, faz com que a pessoa durma mal e acorde cansada no dia seguinte. Como a produção no trabalho não pode parar, esse indivíduo lança mão de produtos com cafeína e de alimentos açucarados, que são fonte de energia. Aquele que fuma, fuma mais, porque a nicotina também é um estimulante. Então vemos aparecer o que chamamos de ciclo dos excitantes, que causa doenças como obesidade, depressão e lapso de memória.
Hoje o conhecimento do corpo humano e a aplicação de novas tecnologias para evitar ou curar doenças pode fazer, literalmente, milagres. Mas a melhor maneira de alcançar uma vida mais longa e com qualidade segue sendo a boa e velha receita: atividade física regular, alimentação equilibrada e sono repousante.
fonte: O Globo

Paulo Vicente - Personal Trainer


terça-feira, 11 de julho de 2017

Entrevista na TV Transamérica, ao Programa Show Magazine

Ola pessoal, estive na TV Transamérica canal 59, a convite do Dr. Maurício Arruda, para um bate-papo sobre os benefícios da atividade física bem orientada, e algumas características do trabalho de Personal Trainer. O Programa Show Magazine é diário e ao vivo, sempre ao meio-dia. A conversa se estendeu para outros assuntos, sobre o frio de Curitiba, o uso de anabolizantes, os cuidados com o treino para adolescentes, alimentação, descanso, etc..., mas sempre voltados para a atividade física. Veja o vídeo com minha participação, ou o Programa completo no site do Show Magazine (TV Transamérica). Agradeço ao convite e estou sempre á disposição !!!

Paulo Vicente - Personal Trainer

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

ATIVIDADE FÍSICA AJUDA A COMBATER O ALZHEIMER

 Pessoal, olha que bacana o que saiu no site da GLOBO sobre atividade física e Alzheimer. RIO — O poeta romano Décimo Júnio Juvenal, a quem é atribuída a máxima “Mens sana in corpore sano” (Mente sã num corpo saudável) não pensou no tratamento de doenças neurológicas e psiquiátricas quando a escreveu. Juvenal estava mais interessado em criticar aqueles que rogavam aos deuses por coisas tolas em vez de orar por uma boa saúde. Mas a vanguarda de estudos de neurociência mostra que ele foi involuntariamente profético. Hoje, exercícios físicos começam a ser incluídos no tratamento de pessoas com doenças neuropsiquiátricas, como o mal de Alzheimer e a síndrome do pânico. E os resultados são animadores.
Outras pesquisas derrubam ainda o mito de que as pessoas mais inteligentes são aquelas dedicadas apenas a atividades intelectuais, do tipo que faz tudo sentado. Pesquisas em escolas americanas demonstram que os alunos que se saem melhor em ciências e matemática, por exemplo, são aqueles que se exercitam mais.
O mal de Alzheimer cresce no mundo à medida que a população envelhece, mas não tem tratamento farmacológico eficaz. Hoje, é a principal forma de demência em idosos. Mas uma pesquisa realizada na Unicamp indica que o exercício é um aliado poderoso, capaz de melhorar funções do cérebro e aumentar a qualidade de vida de pessoas com a doença.
O estudo que faz parte da tese de doutorado da especialista em ciência do esporte e neurociência Camila Vieira Ligo Teixeira, do Laboratório de Neuroimagem e Física Médica da Unicamp, oferece resultados significativos. Após seis meses de treinamento com exercícios, um grupo de 25 pacientes com uma forma leve de Alzheimer obteve melhora clínica, com menos estresse, apatia e depressão.
CAPACIDADES RESTAURADAS
Os pesquisadores empregam a associação de avaliações clínicas a exames sofisticados, como a tractografia, capaz de analisar as conexões e a integridade dos neurônios. Este exame mostra se funções nervosas perdidas pela doença foram recuperadas. Segundo Camila, o exame identificou a remielinização dos neurônios — em bom português significa que a capa protetora das células nervosas, importante para a comunicação de sinais do cérebro, foi restaurada em parte:
— Nosso estudo sugere que o exercício ajuda a recuperar a comunicação entre as células afetadas pela doença. Observamos uma melhora da função executiva do cérebro. É ela que nos ajuda a planejar. Inclusive coisas simples, como tomar banho e fazer café. Essa função é muito comprometida pelo mal de Alzheimer. Os pacientes voltaram a fazer coisas que já não podiam mais. A atenção também melhorou.
O grupo de pesquisadores, que inclui ainda educadores físicos, geneticistas, cardiologistas e outros profissionais, ofereceu aos pacientes — homens e mulheres dos 60 aos 82 anos — atividades como caminhada, futebol, vôlei, tênis e, para alguns, até corrida. A intensidade era variável em função do estado do paciente e aumentava progressivamente. Como o estudo avaliou dados de apenas seis meses de treinamento, ainda será preciso mais tempo para saber se houve ganhos de memória significativos. Camila está otimista de que haverá. Seu otimismo se baseia em pesquisas básicas realizadas em laboratório. São estudos como os da neurocientista Clarissa Schitine, do Laboratório de Neuroanatomia Celular do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, da UFRJ. Clarissa estuda a neurogênese, a capacidade do cérebro de formar novos neurônios. Há cerca de duas décadas, achava-se que os neurônios perdidos não eram repostos. Agora, se mostra que os exercícios são capazes de estimular o desenvolvimento de novos neurônios. Em animais, está comprovado.
Os neurônios nascem em áreas profundas do cérebro, o hipocampo e a zona subventricular. O hipocampo está ligado à memória e, por isso, o exercício é visto como aliado para combater a perda de memória associada ao estresse, ao envelhecimento e a doenças. O exercício atua sobre a gênese da proliferação de neurônios. Ele faz isso ao aumentar a produção de uma substância chamada BDNF, uma espécie de tônico cerebral, que favorece a formação, a proliferação e a comunicação dos neurônios. É um efeito semelhante ao produzido por drogas antidepressivas.
— O exercício aumenta tanto a expressão gênica quanto a proteína do BDNF. Essa substância é extremamente importante, ela estimula a plasticidade dos neurônios. Isto é, a capacidade de lembrar e aprender coisas, por exemplo — explica Clarissa.
Em animais, quatro semanas após o início do treinamento aeróbico já é observado desenvolvimento de neurônios.
— Em seres humanos, esse efeito parece levar de três meses a seis meses. É muito animador, porque os exercícios não têm efeitos colaterais e proporcionam uma série de benefícios à saúde — diz Clarissa.
Ela destaca que o exercício atua também sobre a perda de memória associada ao envelhecimento:
— Não só ele previne, quanto ajuda a reverter. Em animais está comprovada a ação benéfica em doenças como Parkinson e Alzheimer. Em seres humanos há importantes indícios e novos estudos prometem trazer boas novidades.
Ela lembra que o uso de exercícios como tratamento da depressão já é uma forte tendência, pois a atividade física de moderada a intensa libera neurotransmissores importantes, como a dopamina.
Uma pesquisa publicada ontem na revista científica “PLOS Biology” apresenta ainda mais provas da força do exercício no cérebro. Pesquisadores do The Jackson Laboratory, no Maine, EUA, viram que correr regularmente ajuda a reduzir mudanças na estrutura do cérebro relacionadas ao envelhecimento. Essas alterações provocam inflamações, que podem levar à demência na velhice.
Gareth Howell, principal autor, diz no artigo que o exercício se firma como potente aliado contra o envelhecimento do cérebro, mas destaca que a atividade física precisa ser regular, de moderada a intensa, e por toda a vida.

Paulo Vicente - Personal Trainer


sexta-feira, 30 de maio de 2014

Curitiba vence o Dia do Desafio 2014

Curitiba supera São Paulo e vence o Dia do Desafio de 2014.

Pela 10ª vez consecutiva Curitiba levou a melhor na disputa entre cidades no Dia do Desafio. 

Este ano, a capital paranaense mobilizou 873.598 pessoas, o que representa 50,44% da população, e supera as expectativas de adesão, que eram de 40%. A quantidade foi mais do que suficiente para superar São Paulo – com quem a cidade encarou esta edição da disputa. Apesar de ter juntado aproximadamente 2,2 milhões de participantes, a capital paulista teve participação de 19,78% da população. 
Para declarar o vencedor, o que vale não é a quantidade de pessoas que participaram do Dia do Desafio, mas sim a porcentagem que representa o número de participantes em relação à população total. 

Paulo Vicente - Personal Trainer

domingo, 9 de junho de 2013

Os quatro hábitos saudáveis que podem salvar uma vida - Revista Veja

Cigarro


Os quatro hábitos saudáveis que podem salvar uma vida
Pesquisa americana concluiu que não fumar, não engordar, adotar a dieta do Mediterrâneo e praticar exercícios físicos com frequência são hábitos que, juntos, podem reduzir em até 80% o risco de morte em um período de oito anos. 
Adotar um estilo de vida saudável é uma conhecida recomendação para fortalecer a saúde do coração e proporcionar uma vida mais longa. Agora, um novo estudo da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, determinou quais são os principais hábitos que devem ser seguidos com esse objetivo — e quão benéficos eles são. De acordo com a pesquisa, quatro hábitos saudáveis — que são: praticar atividade física regularmente, manter o peso, seguir a dieta do Mediterrâneo e, "principalmente", não fumar — são capazes de, juntos, reduzir em 80% o risco de morte por qualquer causa em um período de oito anos. Os resultados desse trabalho foram publicados nesta segunda-feira no periódico American Journal of Epidemiology.
Participaram dessa pesquisa 6.229 homens com idades entre 44 e 84 anos que não apresentavam doenças cardíacas quanto o estudo começou. Eles foram acompanhados por quase oito anos. Durante esse tempo, a equipe de pesquisadores deu uma pontuação que ia de 0 a 4 ao estilo de vida de cada voluntário, considerando os quatro hábitos citados acima. Quem não seguia nenhum desses quatro hábitos recebeu zero, aqueles que seguiam apenas um hábito, um ponto, e assim por diante. Apenas 2% dos participantes receberam a pontuação máxima. 
Segundo os resultados, o risco de um participante que tinha a pontuação máxima morrer por qualquer causa durante o período do estudo foi 80% menor do que o risco daqueles com a pontuação mínima — ou seja, que não seguiam nenhum dos hábitos saudáveis avaliados.
A influência do cigarro — Além disso, os pesquisadores observaram que, entre esses quatro hábitos, o de evitar o cigarro foi o mais significativo em reduzir o risco de doença coronariana e de mortalidade. "Na verdade, os fumantes que adotaram dois ou mais comportamentos saudáveis continuavam a apresentar taxas menores de sobrevivência em comparação com os não fumantes que eram sedentários e obesos", diz Roger Blumenthal, cardiologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins e um dos autores da pesquisa.
De acordo com Blumenthal, os resultados dessa pesquisa reforçam as recomendações da Associação Americana do Coração, que indica, por exemplo, a manutenção de uma dieta rica em vegetais, frutas, nozes, grãos integrais e peixe e de um índice de massa corporal (IMC) menor do que 25.
"Embora existam fatores de risco os quais as pessoas não podem controlar, como idade e histórico de doenças na família, essas mudanças de estilo de vida são coisas que as pessoas podem mudar e, consequentemente, fazer uma grande diferença na sua saúde. É por isso que acho que essa é tão importante", diz Haitham Ahmed, que coordenou o estudo.
fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/os-quatro-habitos-saudaveis-que-podem-salvar-uma-vida?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=31%2F05%2F2013+-+INFORMATIVO+INSPIRAR+39

Paulo Vicente - Personal Trainer
www.personalpaulo.webnode.com

domingo, 5 de maio de 2013

Atividade Física na Vida Adulta = Qualidade de Vida na Terceira Idade (estudo)


Os benefícios da atividade física se acumulam ao longo da vida, de acordo com novo estudo publicado no American Journal of Preventive Medicine. Os pesquisadores - da MRC Unit for Lifelong Health, em Londres, Reino Unido, e da School of Population Health, University of Queensland, Austrália -, associaram atividades físicas voltadas ao lazer durante toda a idade adulta com a força e o desempenho físico depois da meia idade. O estudo acompanhou, por meio de dados, mais de 2400 homens e mulheres, desde março de 1946, ano em que nasceram. Os dados vieram do UK Medical Research Council National Survey of Health and Development. Foram analisados relatos dos próprios pacientes em relação aos níveis de atividade física de lazer enquanto tinham 36, 43 e 53 anos de idade. Quando os voluntários chegaram aos 53 anos, os estudiosos passaram a investigar também força de preensão, equilíbrio em pé e tempo que demoravam em levantar de uma cadeira. 

Esses fatores servem como indicadores de força e desempenho físico. A força de preensão é uma medida da condição muscular da parte superior do corpo. O tempo levado para levantar de uma cadeira está associado à força muscular dos membros inferiores, assim como a condição cardiorrespiratória. Já o equilíbrio em pé requer concentração mental e controle motor, além de medir uma série de sistemas neurofisiológicos e sensoriais. 

Ao final da análise, descobriu-se que os participantes que eram mais ativos nas três idades analisadas mostraram melhor desempenho no teste de levantamento da cadeira. Pessoas mais ativas nos 43 e 53 anos também foram melhores no teste de equilíbrio em pé. No entanto, os níveis de atividade física e força de preensão não foram associados em mulheres e, entre os homens, a associação só aconteceu entre aqueles com 53 anos.

Para os pesquisadores, as descobertas sugerem que a promoção das atividades físicas por lazer durante a idade adulta teria efeitos benéficos na saúde das pessoas, quando mais velhas. Isso seria responsável pela melhoria da qualidade de vida da população.

fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/materias/13772-atividade-fisica-na-idade-adulta-melhora-a-vida-no-envelhecimento#.UYbpTrU4u8A

Paulo Vicente - Personal Trainer
www.personalpaulo.webnode.com