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Mostrando postagens com marcador obesidade infantil. Mostrar todas as postagens
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sábado, 3 de janeiro de 2015

Novo Ranking da Obesidade Mundial - Brasil é 5°

 São Paulo – Para além da preocupação estética e dos padrões de beleza atuais, a obesidade é motivo de preocupação quando se fala em saúde. Estudo publicado recentemente na revista científica The Lancet mostrou que a população acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) cresceu consideravelmente nas últimas décadas.
De acordo com a pesquisa Global Burden of Disease, o sobrepeso e a obesidade foram responsáveis pela morte de 3,4 milhões de pessoas, em 2010, além de terem causado a redução de 3,9% da expectativa de vida dos indivíduos.
O levantamento indica que, de 1980 a 2013, a proporção mundial de adultos com IMC (índice de massa corporal) acima de 25 kg/m², subiu de 28,8% para 36,9%, entre os homens, e de 29,8% para 38%, entre as mulheres. 
Já entre crianças e adolescentes, a situação também é preocupante. No ano de 2013, 23,8% dos meninos e 22,6% das meninas que viviam em países desenvolvidos estavam no quadro de sobrepeso ou de obesidade.
Em países em desenvolvimento, o número é menor, mas não deixa de ser alarmante, uma vez que, desde os anos 80, até o ano passado, a porcentagem subiu de 8,1% para 12,9% entre meninos, e de 8,4% a 13,4% entre meninas.
Confira quais são os países que concentram a maior quantidade de pessoas acima do peso no mundo. O Brasil aparece em 5º lugar.
1º - ESTADOS UNIDOS
Número de pessoas com sobrepeso (IMC acima de 25 kg/m²): 78 milhões
Porcentagem de pessoas com sobrepeso em relação à população adulta: 33%
2º - CHINA
Número de pessoas com sobrepeso (IMC acima de 25 kg/m²): 46 milhões
Porcentagem de pessoas com sobrepeso em relação à população adulta: 4,40%
3º - ÍNDIA
Número de pessoas com sobrepeso (IMC acima de 25 kg/m²): 30 milhões
Porcentagem de pessoas com sobrepeso em relação à população adulta: 3,80%
4º - RÚSSIA
Número de pessoas com sobrepeso (IMC acima de 25 kg/m²): 28 milhões
Porcentagem de pessoas com sobrepeso em relação à população adulta: 24,10%
5º - BRASIL
Número de pessoas com sobrepeso (IMC acima de 25 kg/m²): 22 milhões
Porcentagem de pessoas com sobrepeso em relação à população adulta: 16,20%
6º - MÉXICO
Número de pessoas com sobrepeso (IMC acima de 25 kg/m²): 20 milhões
Porcentagem de pessoas com sobrepeso em relação à população adulta: 26,90%
7º - EGITO
Número de pessoas com sobrepeso (IMC acima de 25 kg/m²): 18 milhões
Porcentagem de pessoas com sobrepeso em relação à população adulta: 35,90%
8º - ALEMANHA
Número de pessoas com sobrepeso (IMC acima de 25 kg/m²): 16 milhões
Porcentagem de pessoas com sobrepeso em relação à população adulta: 24,30%
9º - PAQUISTÃO
Número de pessoas com sobrepeso (IMC acima de 25 kg/m²): 14 milhões
Porcentagem de pessoas com sobrepeso em relação à população adulta: 13,60%
10º - INDONÉSIA
Número de pessoas com sobrepeso (IMC acima de 25 kg/m²): 11 milhões

Porcentagem de pessoas com sobrepeso em relação à população adulta: 6,80%

Paulo Vicente - Personal Trainer

quinta-feira, 14 de março de 2013

Governo lança campanha contra obesidade infantil nas escolas


Ministério da Saúde prevê que R$ 10 milhões serão investidos no projeto.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lançou nesta segunda-feira uma campanha de combate a obesidade infantil dentro das escolas. Segundo Padilha, o quadro brasileiro começa a ficar preocupante, já que uma em cada três crianças e dois em cada dez adolescentes estão acima do peso.
“Se a gente construir uma geração de crianças e adolescentes que gostam de fazer atividade física, se alimentar direito, aprendem o que é alimentação, vamos ter uma geração de adultos mais saudáveis com menor risco de chegar a geração de obesos”, disse Padilha durante o lançamento do programa, em uma escola na Vila Planalto, no Distrito Federal. 
A campanha, que faz parte da Semana de Mobilização Saúde na Escola 2013, vai levar 13 mil equipes do Saúde da Família a mais de 30 mil escolas públicas em 2.300 municípios. A previsão do ministério é que R$ 10 milhões sejam investidos no projeto. Para estimular os municípios a chamar as equipes de saúde para dentro das escolas, o governo vai repassar para as prefeituras R$ 594,15 por cada equipe mobilizada.
“Saímos de 16 mil escolas em 2012 para 30 mil escolas neste ano. De 7 milhões de alunos, devemos pular para 14 milhões de alunos atendidos em todo o Brasil. Queremos ampliar ainda mais”, completou o ministro.
A preocupação do governo também é com o reflexo de hábitos alimentares na saúde das crianças dentro de casa. Segundo Padilha, conscientizar os alunos para mudar os hábitos também fora da escola diminui o risco de desenvolvimento de problemas de saúde que atrapalham o desenvolvimento educacional, como dificuldade de dormir, dor na coluna, maior risco de cair, problemas nas articulações, além de diabetes e pressão alta.

Merenda

Nas duas últimas décadas, a obesidade entre crianças de 5 a 9 anos saltou de 4,1% para 16,6% entre os meninos e de 2,4% para 11,8% entre as meninas. Entre os adolescentes, o excesso de peso passou de 3,7% para 21,7% nas últimas quatro décadas.
Questionado se o programa prevê alguma alteração na merenda escolar, Padilha afirmou que são os municípios os responsáveis por comprar os alimentos oferecidos às crianças nas escolas. No entanto, continuou, há um diálogo constante entre os ministérios da Saúde e da Educação para atualizar a lista de recomendações que consta no portal do MEC e no do professor.
“O MEC faz uma recomendação, mas quem compra é o município. O governo recomenda que seja de qualidade. Para isso, a lista tem uma atualização permanente do perfil dos produtos que têm de ser comprados. Além disso, há programas específicos para dar aos professores orientações para a qualidade da merenda e também para fazer aulas de educação alimentar dentro de sala de aula”, explicou o ministro.
fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/governo-lanca-campanha-contra-obesidade-infantil-nas-escolas,7cfc526df4a5d310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

Paulo Vicente - Personal Trainer

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Ministério reduz idade mínima para cirurgia bariátrica no SUS

Para marcar o Dia Nacional de Prevenção à Obesidade, o Ministério da Saúde reduz a idade mínima para as pessoas que precisam de uma cirurgia bariátrica. Uma das principais mudanças é a redução de 18 para 16 anos a idade mínima para realizar o procedimento, em casos em que há risco de vida do paciente. Além dessa medida, também está prevista a inclusão de exames e de outras técnicas cirúrgicas. A iniciativa foi tomada com base em estudos que apontam o aumento crescente da obesidade entre os adolescentes, como a Pesquisa de Orçamento Familiar de 2009 (POF), que verificou que na faixa de 10 a 19 anos, 21,7% dos brasileiros apresentam excesso de peso – em 1970, este índice estava em 3,7%. Permanece a orientação de utilizar a cirurgia bariátrica, no Sistema Único de Saúde (SUS), como último recurso para perda de peso. Antes de fazer a cirurgia, o paciente entre 16 e 65 anos deve passar por avaliação clínica e cirúrgica e ter acompanhamento com equipe multidisciplinar durante dois anos. Nesse período, o paciente é submetido a uma dieta e, se os resultados não forem positivos em relação a esse e outros métodos convencionais, a cirurgia é recomendada.
O Ministério da Saúde continuará fortalecendo as ações primárias e de prevenção da obesidade por meio do incentivo à mudança dos hábitos de vida da população: principalmente, alimentação adequada e prática de exercícios físicos regulares.
O índice de obesidade infantil e na adolescência está aumentando com o passar dos anos. A recomendação por atividades físicas orientadas pode evitar a cirurgia bariátrica. Sempre considero que recursos naturais, que estimulem potencialidades físicas que visem manutenção da saúde e qualidade de vida são melhores que recursos cirúrgicos, salvo que envolvam risco a vida. Os dados acima são preocupantes, mas podem ser revertidos, ou amenizados através de consciência sobre alimentação e exercícios. 
fonte: http://blogsaudebrasil.com.br/2012/10/12/ministerio-reduz-idade-minima-para-cirurgia-bariatrica-no-sus/

Paulo Vicente – Personal Trainer
www.personalpaulo.webnode.com

sábado, 28 de julho de 2012

Exercícios Físicos ajudam a combater a Obesidade Infantil

As muitas horas na frente de TVs e videogames levam crianças e jovens a ficarem mais sedentários, o que torna cada vez mais precoce o risco de doenças cardiovasculares, como a hipertensão arterial. Uma importante medida para controlar a obesidade infantil e, conseqüentemente, prevenir essas doenças, é a prática de atividades físicas regulares com acompanhamento profissional, segundo estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
A pesquisa estudou 45 crianças e adolescentes entre oito e 16 anos com sobrepeso ou obesidade, divididos em dois grupos. Um grupo recebeu o atendimento padrão: apoio médico, nutricional e psicológico. O outro grupo, além desse apoio, participou de atividades recreativas aeróbicas supervisionadas três vezes por semana durante 12 semanas.
A equipe analisou indicadores da capacidade física desses jovens, como o consumo máximo de oxigênio estimado, o tempo gasto para a realização de um teste de caminhada, a relação entre o colesterol total e o HDL (colesterol bom), o percentual de gordura corporal, entre outros. “Estudamos também os níveis da proteína C-reativa ultra-sensível no sangue, que é um marcador inflamatório e um dos indicadores do risco de doenças cardiovasculares”, conta a pesquisadora.
Segundo o estudo, entre os pacientes que se submeteram às atividades físicas regulares, houve um ganho significativo de indicadores cardioprotetores, como a diminuição dos níveis da proteína C-reativa. “Observamos redução de 18% na relação entre o colesterol total e o HDL e melhora de 15% na capacidade funcional aeróbica”, exemplifica.
Já o grupo que recebeu apenas o acompanhamento padrão, sem exercícios supervisionados, experimentou aumento de 31,7% nos níveis da proteína C-reativa no sangue, que se traduz em maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares no futuro. Além disso, os níveis de colesterol e a capacidade aeróbica permaneceram estáveis.

Mais tempo para a educação física A atividade física supervisionada deveria compor os programas de prevenção da obesidade infantil. A supervisão de um profissional seria fundamental para monitorar a intensidade de esforço e garantir o grau de participação necessário para que os benefícios dos exercícios sejam conquistados.

Paulo Vicente - Personal Trainer

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Governo finaliza plano para prevenção e redução de obesidade.

O governo colocará em prática um plano de metas para conter a obesidade no País, considerada uma epidemia pelo Ministério da Saúde. Com lançamento previsto para janeiro, o projeto tem como objetivo principal reverter a curva de crescimento da doença, reduzindo drasticamente os índices entre as crianças de 5 a 9 anos e estacionando a evolução do problema entre adultos. Quase metade dos brasileiros com mais de 20 anos está acima do peso. Na cidade de São Paulo, os números são ainda mais altos.
O Plano Intersetorial de Prevenção e Controle da Obesidade é uma iniciativa dos ministérios da Saúde e do Desenvolvimento Social, em parceria com outros 17 ministérios. A ideia é estabelecer ações que ajudem a reduzir o excesso de peso no País nos próximos dez anos. “Mudar hábito alimentar não é uma coisa que se muda de uma hora para outra. Nossa proposta é lançar o plano já com ações operacionais no início de 2012”, diz Maya Takagi, secretária nacional de segurança alimentar e nutricional do Ministério de Desenvolvimento Social.
É a situação das crianças que mais preocupa o governo. “Se mantivermos essa tendência de crescimento da obesidade entre as crianças, em 13 anos chegaremos a um nível inaceitável. Deter o avanço dessa epidemia é uma questão de saúde pública”, diz o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. Pesquisa divulgada neste ano pela pasta indica que o porcentual de meninos de 5 a 9 anos com obesidade cresceu mais que cinco vezes entre1975 e 2009, passando de 2,9% para 16,6%. A meta, no plano para os próximos dez anos, é chegar ao patamar de 1998, de 8%. Mas, se a tendência atual for mantida, a taxa deve atingir 46,5% em 2022.
Para as meninas, a meta também é chegar ao índice de 1998, quando 5% das garotas de 5 a 9 anos estavam obesas. Entre elas, esse porcentual passou de 1,8% para 11,%8 de 1975 para 2009. Os números relativos à população adulta impressionam também. Em 1975, 18,5% dos homens adultos estavam com excesso de peso – em 2010, esse índice saltou para 50,1% no País e chegou a 51,1% na capital paulista. Entre as mulheres adultas, o índice de excesso de peso passou de 28,7% para 48% entre 1979 e 2010.
Para tentar reverter a situação, o governo estabeleceu três focos de ação, sendo o principal o aumento na oferta de alimentos saudáveis (frutas, hortaliças, grãos e peixes). A ideia é melhorar o programa de alimentação escolar, oferecer cardápios saudáveis em restaurantes populares e ampliar a comercialização das frutas e hortaliças mais consumidas no País. Outra vertente do plano é o investimento em educação alimentar, detalhando como a alimentação saudável deve ser trabalhada nas escolas.
O terceiro eixo é a promoção da prática de exercícios físicos, com incentivos para a construção de ciclovias e academias populares – um projeto lançado neste ano. São academias ao ar livre e com equipamentos públicos, em que um profissional orienta a população sobre as práticas. O objetivo é inaugurar 4 mil unidades em quatro anos. “Ter uma academia pública perto de casa aumenta em quatro vezes a prática de exercícios físicos”, garante Barbosa.

Paulo Vicente - Personal Trainer
http://www.personalpaulo.webnode.com/

fonte: http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/pais-tera-plano-de-combate-a-obesidade/