Visite Site Oficial

Visite Site Oficial
BLOG WITH TRANSLATOR

quinta-feira, 7 de junho de 2012

BREAKING NEWS - AULA SOLIDÁRIA DIA 16 - SESSÃO EXTRA

BREAKING NEWS - AULA SOLIDÁRIA DIA 16 - SESSÃO EXTRA

Grandes amigos !!!! Obrigado pela participação confirmada na aula solidária do dia 16/06. Informo que a turma das 11:00 já está LOTADA !!!! Estou abrindo uma “sessão extra” às 10:00. Garantam sua bike o mais rápido possível. As instruções são as mesmas: NÃO precisa ser aluno(a) da academia, NÃO paga nada, é só confirmar a presença pelo telefone 33543424, no dia da aula levar PELO MENOS duas peças de roupas ou agasalhos, ou cobertores. Vamos ajudar quem precisa !!!! Abraços e conto com vcs !!!

Paulo Vicente – Schwinn Cycling National Team.

domingo, 3 de junho de 2012

10 fatores que influenciam na balança


Antes de achar que a dieta não vale a pena, é preciso compreender que o organismo oscila de peso ao longo do dia e, às vezes, provoca um acréscimo de até 2 kg. A retenção de líquidos, a prisão de ventre e os hormônios podem interferir no resultado. Para evitar frustrações, o ideal é se pesar a cada 15 dias. Veja  quais são os fatores que contam na balança. A culpa nem sempre é do que você coloca no prato!

1. A TPM, um rebuliço hormonal
Se você está naqueles dias, é possível que seu peso aumente de uma hora para a outra. A mulher pode ganhar até 2 kg durante essa fase. Isso porque a progesterona, hormônio feminino, age nos rins, inibindo a eliminação de sódio e provocando o inchaço. Estudos mostram que 92% das mulheres manifestam sintomas pré-menstruais e, dessas, 30% apresentam retenção de líquidos. Como durante essa fase o nível de serotonina está mais baixo, bate aquela ansiedade e com ela a vontade incontrolável de comer. Daí, o ponteiro da balança sobe mais um pouco...

2. A terrível retenção de líquidos
Cerca de 60% do peso corporal é composto de água. Qualquer variação nesse número faz a pessoa sentir-se inchada. Em situações normais, a quantidade de líquido do corpo é distribuída pelo sangue de forma equilibrada - processo conhecido como homeostase. Entretanto, se houver alguma alteração e a água não for eliminada, ficará retida no organismo, causando edema e inchaço. De modo a evitar o problema, tome no mínimo 2 litros de água por dia para auxiliar na eliminação das toxinas e evite o consumo de alimentos ricos em sódio. "um grama de sal pode reter até 200 ml de água", alerta o nutrólogo do Instituto de Metabolismo e Nutrição, Celso Cukier, em São Paulo. Para voltar à normalidade e expelir o excesso, o organismo leva até 3 dias. Leia-se alguns quilos a mais, pelo menos por esse período.

3. O ganho de massa magra
Na musculação há o ganho da massa magra e redução de gordura. É comum a pessoa pesar-se e ficar preocupada ao notar que houve aumento de peso. Mas isso é normal, já que o músculo é denso e pesa mais do que a gordura! Se você perder 3 kg de gordura e ganhar 3 kg de massa magra, mesmo sem a alteração de peso, notará que as suas roupas ficarão mais largas. Isso porque a área ocupada pela massa magra é menor do que a ocupada pela gordura. Não se preocupe apenas com o número indicado na balança. Fique atenta, também, à relação entre massa gorda e massa magra na composição corporal.

4. O horário em que se pesa
A hora que você sobe na balança tem influência sobre o peso corporal por causa da ação da gravidade. Após um dia inteiro trabalhando em pé ou sentada, os líquidos corporais, que deveriam circular pelo corpo através da corrente sanguínea, acabam se acumulando nos membros inferiores. É por isso que no final do dia as pernas ficam inchadas. Ao deitar, esse líquido é absorvido para dentro dos vasos sanguíneos, filtrado nos rins e eliminado na urina, pela manhã. Por isso, algumas pessoas têm a sensação de que emagreceram durante a noite. O  ideal é se pesar sempre no mesmo horário, de preferência pela manhã, em jejum, após ter ido ao banheiro.

5. Bexiga cheia
Beber água ajuda na perda de peso e promove uma verdadeira faxina no organismo, eliminando toxinas e auxiliando no bom funcionamento do intestino. Mas para evitar um susto, não suba na balança logo depois de tomar um copão de água! Para se ter uma idéia, meio litro de água corresponde a meio quilo a mais na balança!.

6. Roupas e sapatos pesados
Na hora de subir na balança, livre-se do peso extra. Por isso, se você se pesa em casa, fique pelada mesmo. Mas se você está costumada a pesar-se em farmácia, por exemplo, tire ao menos os sapatos e blusas a mais. 

7. O tipo de balança
Procure se pesar sempre na mesma balança, assim, você poderá acompanhar corretamente qualquer alteração. Mas lembre-se de que as balanças caseiras não são muito precisas. A  mecânica tem uma faixa de erro de 5% para mais. Já a digital tem margem de erro menor, cerca de 2%. Quando  você se curva para enxergar a marcação, pode alterar o resultado.

8. Intestino preguiçoso
Depois que comemos, inicia-se o processo de digestão, absorção e por fim a eliminação dos resíduos que não foram aproveitados pelo organismo. Se houver um comprometimento em alguma dessas etapas, levando à retenção das fezes, haverá um aumento de peso proporcional - em média de 100 a 300 gramas - podendo variar dependendo da quantidade de material não absorvível. 

9. Excesso de suor
Tem gente que se pesa depois da aula de aeróbica e dá pulos de alegria porque o ponteiro da balança abaixou. A diferença pode chegar a mais de 1 kg! Pura ilusão! Especialistas do American College of Sports Medicine (ACSM) e National Athletic Trainers Association (NATA) afirmam que a diferença no peso antes e depois do exercício é resultado apenas da eliminação de água e sais minerais através do suor. Mas não se engane: a queima de calorias não é diretamente proporcional à quantidade de suor. É preciso esperar alguns dias para saber se você realmente afinou!

10. Estômago satisfeito
Se você acabou de comer, todo o peso do alimento ingerido vai se refletir na balança. Isso mesmo! Por isso, se consumiu meio quilo de comida, terá meio quilo a mais no peso!  Para evitar sustos e aborrecimentos, procure se pesar sempre em jejum, pela manhã.

Ossos também pesam.
Ossos largos ou estreitos, assim como a altura, também afetam o peso na balança. "Cerca de 60% do peso corporal é composto por água, enquanto o restante é dividido entre massa magra, massa óssea e gordura", explica o ortopedista Ricardo Cury, professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo. A genética, a  etnia, a prática de exercícios e idade também influenciam na estrutura óssea. Existem 3 biótipos físicos:
> Mesomorfo: Pessoas com esse tipo de estrutura corporal tendem a ter uma maior definição muscular e uma estrutura óssea mais larga. Ganham massa muscular com facilidade e como têm o metabolismo acelerado, perdem peso rapidamente.
> Endomorfo: Parecem mais robustos, dando muitas vezes a ilusão de que grande parte da massa se concentra na região abdominal. Já os membros superiores e inferiores são curtos no comprimento e na largura. Têm as mãos e os pés relativamente pequenos, engordam com facilidade e apresentam quadris largos e coxas bastante volumosas.
> Ectomorfo: Tendem a ter um aspecto frágil e delicado, com membros superiores e inferiores longos. Os ossos são leves, os pulsos são firmes e apresentam pouca massa muscular.
fonte: http://www.fitnessbrasil.com.br/novo_site/news_detalhe.asp?Editoria=5%20&Id=1139

Paulo Vicente - Personal Trainer
www.personalpaulo.webnode.com

Comer a noite pode contribuir para obesidade, diz estudo.


Todo mundo sabe que comer alimentos gordurosos é o caminho principal para o ganho de quilinhos indesejáveis, mas uma nova pesquisa sugere que a hora em que os ingerimos pode ter um peso fundamental nessa conta. Alimentar-se durante a noite pode ser uma péssima ideia para quem quer entrar em forma. As informações são do jornal britânico Daily Mail.
O alerta veio após alguns testes feitos com camundongos. Um grupo de animais foi conduzido a comer apenas durante um período de oito horas, enquanto um segundo grupo pôde se esbaldar de comer na hora em que sentissem vontade - de noite ou de dia.

Os pesquisadores americanos descobriram que apesar de os dois grupos ingerirem uma quantidade de calorias semelhante, os que comeram em horários durante o dia não se tornaram obesos. Eles acreditam que os animais que se alimentaram à vontade ganharam peso porque interromperam seus relógios biológicos. Eles acreditam ainda que o mesmo princípio pode ser aplicado aos seres humanos.

O líder do estudo, Dr. Satchidananda, disse que em certos horários do dia, o fígado, o intestino e os músculos atingem o pico de sua eficiência, enquanto em outros momentos eles estão "dormindo". "Todo órgão tem um relógio. Estes ciclos metabólicos são críticos", acrescentou, explicando que quando os camundongos comem ao longo do dia e da noite podem acabar interferindo nestes ciclos.

Ao final do estudo, os ratinhos que comeram durante todo dia e a noite apresentaram 70% a mais de gordura do que o grupo que teve sua alimentação limitada ao dia. Satchidananda reforçou que restringir a quantidade de refeições pode diminuir os níveis de obesidade.

Fonte: saude.terra.com.br

Paulo Vicente - Personal Trainer

Estudo sobre Agachamento

Grandes amigos, estou compartilhando um estudo sobre agachamento que esclarece muitas dúvidas em relação a este exercício.

Na primeira parte do estudo (Agachamento e joelho), ficou claro que o agachamento:
- Não traz prejuízo para o joelho.
- Este exercício pode, deve e tem sido usado com fins terapêuticos.
- As lesões no joelho geralmente são causadas pela combinação de altos volumes de treinamento e técnica inapropriada.
- As forças tensionais e compressivas desse tipo de exercício estão totalmente dentro das capacidades fisiológicas e articulares.

Na segunda parte do estudo: agachamento e coluna.
Coluna

A dor lombar normalmente é atribuída à prática do agachamento, o que é pouco provável. Contudo, devemos ressaltar que os mecanismos da dor lombar ainda não estão totalmente esclarecidos e sua causa pode ser uma manifestação que envolve vários fatores. Se os exercícios forem realizados de maneira racional, com técnica correta, o risco de lesão é mínimo.
Veja o exemplo do estudo feito por GRANHED et al em 1988, no qual levantadores de peso (que realizam agachamento com cargas elevadíssimas, além de outros exercícios que "sobrecarregam" a coluna), lutadores, e grupo controle, foram submetidos a exames para registrarem a incidência de dor lombar. Os dados demonstraram que os levantadores de peso relataram a menor taxa (21%), quando comparados aos lutadores (59%) e o grupo controle (31%). Um dado interessante, os grupos dos atletas em geral parecem ter maior tolerância à dor quando comparados ao grupo controle.
A grande preocupação, entre os praticantes desse exercício, é se com o passar do tempo a realização de agachamentos não traria conseqüências negativas para coluna tais como: degeneração dos discos intervertebrais, perda da mobilidade e dores na lombar. E se quando comparado a outras modalidades, como a supostamente segura e arbitrária corrida, as conseqüências não seriam mais graves? Para responder estes questionamentos RATY et al (1997) compararam atletas em fim de carreira de diferentes modalidades (jogadores de futebol, levantadores de peso e corredores).
A mobilidade lombar foi medida através do flexicurve method, degeneração do disco por ressonância magnética e dor lombar através de uma entrevista. Eles concluíram que a amplitude de movimento não apresentou pioras com o avanço da idade adulta; a altura do disco foi alterada, porém sem nenhum prejuízo para o individuo. Comparando todos os dados não houve diferença significativa entre os grupos, sugerindo que a execução do agachamento poderia trazer danos, em longo prazo, e que a corrida seria mais segura.
Será realmente grande o índice de lesão na realização do agachamento?
RASKE E NORLIN (2002), realizaram um estudo, no qual participaram mais de cem levantadores olímpicos e basistas, procurando registrar as taxas de lesões sofridas por estes atletas. A primeira parte do estudo foi realizada em 1995 e a segunda, em 2000. O total de lesões encontrado não ultrapassou 2,6 por 1000 horas de treino e a mais comum foi na região lombar 0,43 / 1000h de treino. Já com corredores as taxas de lesão chegavam perto de 12,1 a cada 1000h de treinamento, dependendo do tipo de prova (VAN MECHELEN, 1992).

Considerações finais

A grande maioria dos indivíduos que tenta condenar o agachamento (É perigoso!!! - Vai machucar o joelho!!! - Cuidado com a coluna!!!) deve reavaliar seus conceitos. Está claro que o perigo se encontra na prática indiscriminada, nos volumes de treinamento que chegam a números alarmantes. Normalmente fazem-se 20 séries por sessão (5 exercícios com 4 séries cada). Somando isto às atividades ergométricas e a uma técnica inapropriada, os prejuízos para nossas estruturas tornam-se quase inevitáveis.
Para evitar problemas nesta região, duas atitudes devem ser desestimuladas: inclinação exagerada à frente e utilização de cargas excessivas (que prejudiquem a técnica). Entretanto, a preocupação com a execução desse tão temido exercício não deve se restringir apenas a questões metodológicas (ângulos, repetições, posicionamento dos pés...) e riscos de lesões. Outras variáveis do treinamento são muito importantes: relação volume-intensidade, lesões pré-existentes, fatores de risco (como algum desvio grave de postura), doenças degenerativas da articulação (artrose, osteoartrite, osteoartrose), osteoporose, pinçamento de nervos etc.
A anamnese e uma boa avaliação física continuam sendo de grande valia para se chegar a um pré-diagnóstico etiológico das doenças da coluna vertebral. No caso de dúvidas em relação às patologias, um médico (especialista) deverá ser consultado. É imprescindível ter um bom professor para lhe ensinar a técnica correta do exercício. Nunca tente fazer o agachamento sem o acompanhamento de um profissional de Educação Física, muito menos auto prescreva uma série.

Referencias bibliográficas

GRANHED H, MORELLI B.Low back pain among retired wrestlers and heavyweight lifters.Am J Sports Med 1988 Sep-Oct;16(5):530-3
RASKE A, NORLIN R. Injury incidence and prevalence among elite weight and power lifters. Am J Sports Med 2002 Mar-Apr;30(2):248-56
RATY HP, BATTIE MC, VIDEMAN T, SARNA S. Lumbar mobility in former elite male weight-lifters, soccer players, long-distance runners and shooters. Clin Biomech (Bristol, Avon) 1997 Jul;12(5):325-330.
VAN MECHELEN W. Running injuries. A review of the epidemiological literature. Sports Med 1992 Nov;14(5):320-35

fonte: http://musculacaobrasil.forumeiros.org/t305-agachamento

Paulo Vicente - Personal Trainer
www.pesonalpaulo.webnode.com



quinta-feira, 31 de maio de 2012

Exercícios físicos ajudam a combater o tabagismo

Hoje é o Dia Mundial sem Tabaco. Veja como os exercícios físicos podem ajudar a combater o tabagismo. Os momentos de ansiedade em que o ex-fumante se depara ao largar o cigarro podem ser combatidos com a prática da atividade física. O esporte é considerado pelos especialistas como um aliado importante contra o cigarro. As sensações de bem-estar das endorfinas liberadas durante o exercício e o próprio ambiente saudável da corrida com menos fumantes ajudam na redução do tabagismo. O tabaco é responsável pela elevação da pressão sanguínea, pela diminuição da oxigenação nas células e por inflamações nos alvéolos pulmonares. O exercício age de forma contrária. Ele abre as vias aéreas e aumenta a ventilação do corpo, estimula a oxigenação, diminui a pressão sanguínea e favorece a eliminação das secreções. Um estudo do Instituto Municipal de Investigação Médica de Barcelona, na Espanha, constatou que a atividade física está associada a um menor declínio da função pulmonar, reduzindo em 21% o risco de doenças pulmonares. A atividade aeróbica também reduz em 35% o rico de câncer de pulmão. A corrida, amplia o fôlego e a resistência muscular e aeróbica.


Paulo Vicente - Personal Trainer
www.personalpaulo.webnode.com

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Qual é a diferença entre produtos light e diet?

Você vai ao mercado e, procurando por uma alimentação mais saudável, fica em dúvida entre os produtos light e diet. Mas afinal, qual é a diferença? Os produtos light têm menos calorias que os diet? Vamos às diferenças: 

Produtos diet: 
São aqueles nos quais há a eliminação de um ou mais ingredientes da fórmula original. Um alimento diet é aquele no qual não há açúcares, ou gorduras, ou sódio, ou proteínas, ou algum outro ingrediente. Mas engana-se quem pensa que um alimento, por ser diet, tenha menos calorias. Um exemplo típico são os chocolates diet. Apesar de serem restritos de açúcar, têm quase a mesma quantidade de calorias do chocolate porque possuem mais gorduras. O chocolate diet é indicado para as pessoas diabéticas pois é restrito em açúcar (carboidrato), mas não para as que desejam reduzir de peso, já que no chocolate diet há uma maior adição de gordura, o que faz com que o seu valor calórico se aproxime do chocolate convencional. 

Produtos light: 
Se sua dúvida é: produtos light têm menos calorias que os diet? Depende! Enquanto nos alimentos diet há a eliminação de um ingrediente, nos light há redução mínima de 25%. Porém, isso não significa que um alimento light tenha mais calorias que o diet, já que depende de qual substância teve sua quantidade reduzida. 
Então, resumindo: produtos dietéticos não levam açúcar na composição. Isso significa que o consumo desses produtos está liberado para pessoas que seguem uma dieta com restrição à ingestão de açúcar, mas não significa que esses produtos não possuem calorias ou não engordam. Quando um produto tiver redução significativa de pelo menos um dos ingredientes encontrados na fórmula original, pode ser considerado light. Estes produtos possuem menos calorias do que os convencionais, o que não significa que não contém calorias. 
Fontes: Copacabana Runners e Cyberdiet


Paulo Vicente - Personal Trainer
www.personalpaulo.webnode.com

terça-feira, 29 de maio de 2012

DIA DO DESAFIO 2012 - CURITIBA

No dia 30 de maio, Curitiba irá participar pelo sétimo ano consecutivo do Dia do Desafio. O evento faz parte de uma campanha mundial de incentivo à prática regular de atividades em benefício da saúde e bem-estar e consiste na disputa entre cidades na mobilização de pessoas para a prática de atividades físicas.
Este ano Curitiba irá disputar o Dia do Desafio com as cidades de Santa Cruz de La Sierra, da Bolívia, e com Tegucigalpa, capital de Honduras. Vence a competição a cidade que contar com o maior número de registros de atividades físicas. O resultado é medido proporcionalmente entre a quantidade de participações e de pessoas que vivem no local.

Como registrar sua participação?
O registro da prática de atividade física poderá ser realizado no dia 30 de maio por meio da central telefônica exclusiva para contabilizar as participações – 0800 643 6690 , ou pelo site http://www.sescpr.com.br/ (ícone Dia do Desafio), entre 0h e 21h. O participante pode fazer o registro individual ou de um grupo de pessoas. Ano passado Curitiba conquistou sua sexta vitória consecutiva ao vencer a disputa com a cidade de Región de Los Lagos, do Chile. No total, a capital paranaense registrou 765.355 atividades físicas. No total, cerca de 45,58% da população se mobilizou para participar do evento.
No Paraná, 345 municípios participaram do Dia do Desafio em 2011, com um total de 4.978.529 paranaenses (51,68% da população) praticando atividades físicas e recreativas durante o evento. O resultado superou a meta para do governo do Estado, que era mobilizar 4,8 milhões de pessoas.

Atividades
Para estimular a adesão e incentivar a prática de atividades físicas, a Prefeitura irá montar, no dia 30, um palco na Boca Maldita, onde acontecerão apresentações de academias de dança, ginástica maluca, bandas, entre outras atividades.
Os Centros de Esporte e Lazer da Prefeitura também oferecerão uma programação especial para o Dia do Desafio, no objetivo de descentralizar as ações e facilitar o acesso e participação da população nas atividades físicas que serão desenvolvidas nas comunidades. Todas as ações esportivas e recreativas promovidas na cidade serão monitoradas pelas equipes da Secretaria do Esporte, Lazer e Juventude.

Paulo Vicente - Personal Trainer