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domingo, 13 de novembro de 2016

Sucesso Profissional = Qualidade no Atendimento

 A qualidade no atendimento na sala de musculação, ou em uma sala de ginásticas coletivas é o primeiro passo para se obter sucesso na carreira de profissional de Educação Física.
Quando falamos em profissional de Educação Física, logo pensamos em um profissional que trabalha de camiseta, tênis, ouvindo música, sempre sorrindo (pelo menso deveria ser assim), sem grandes responsabilidades, ou seja ele tem uma profissão fácil. E neste ponto que devemos diferenciar o que é uma profissão fácil, de uma profissão prezeirosa. Nós realmente temos uma profissão prazeirosa, que nos possibilita trabalhar com muitas pessoas, em um ambiente sóbrio e agradável. Porém para se manter este “clima”, nada é fácil, pois atenderemos os mais diversos perfis comportamentais de pessoas, com os mais variados objetivos, entre idosos, adolescentes, gestantes, pessoas com limitações físicas e intelectuais, e ainda garantir que todos tenham o melhor aproveitamento em suas sessões de treino, com exercícios realizados com segurança, eficiência e qualidade. Garantir que todos estejam bem posicionados em suas máquinas e equipamentos, garantir o posicionamento correto na execução dos exercícios, e ainda manter os clientes/alunos motivados e saudáveis, em um ambiente organizado com uma música motivadora porém agradável, e manter-se a disposição de todos que solicitarem sua atenção e seus serviços.
Este é um pequeno resumo de como é o trabalho do profissional de Educação Física que, além disso deve manter-se atualizado e grande conhecedor do corpo humano e suas funcionalidades, pois entre seus clientes/alunos, teremos médicos, nutricionistas, engenheiros, advogados, entre outros profissionais, que exigirão profissionais qualificados, e farão a seleção natural daqueles que realmente obterão sucesso em suas carreiras. Pois serão avaliados diariamente, não só pelos coordenadores e proprietários de academias, mas sim pelo próprios clientes que irão querer saber para que serve aquela máquina, porque tenho que treinar estabilização, como conseguirei alcançar meu objetivo, etc...
Tudo isso é compromisso, é qualidade no atendimento, e consequetemente sucesso na carreira. É nosso dever valorizar nossa profissão como a principal ferramenta na manutenção e promoção de qualidade de vida. Então se você ainda pensa que temos uma profissão fácil, mude seu conceito.
Esta matéria é parte integrante do Curso Qualidade Total.

Prof. Esp. Paulo Vicente - Personal Trainer

domingo, 6 de novembro de 2016

Mais um incentivo para participar do próximo concurso da Polícia Federal

Quem pretende participar do próximo concurso da Polícia Federal (PF), previsto para os cargos de delegado e perito já pode contar com mais um bom incentivo para intensificar os estudos. Acontece que foi aprovado, no último dia 26 de outubro, na Câmara dos Deputados, o projeto de lei 5865/2016, que prevê aumentos progressivos para as duas categorias. A proposta contou com parecer conclusivo do relator, Laerte Bessa (PR/DF) e agora deve seguir para análise no Senado Federal, caso não seja aprovado recurso para quem permaneça na Câmara dos Deputados.
Atualmente,a remuneração, para os dois cargos é de R$ 17.288,85, incluindo salário de R$ 16.830,85 e auxílio-alimentação de R$ 458. Com a aprovação, caso passe no senado e seja sancionado pelo presidente Michel Temer, a partir de janeiro de 2017, os valores poderão passar a R$22.102,37. Em janeiro de 2018 podem chegar a R$ 23.130,48 e em janeiro de 2019, R$ 24.150,74, já considerando o atual valor do auxílio. A jornada de trabalho das duas carreiras é de 40 horas semanais.
Progressão
O aumento também repercutirá nas categorias posteriores. Desta forma, para a segunda categoria, cujo atual é de R$ 17.788,34, poderá passar a R$ 22.655,68 em 2017, R$ 23.710,07 em 2018 e R$24.756,42 em 2019.
Para a primeira categoria, que atualmente conta com R$ 20.714,69, pode passar para R$ 25.897,24 em 2017, R$ 27.105,60 em 2018 e R$ 28.304,74 em 2019.
Finalmente, na classe especial, com R$ 23.263, o valor pode passar para R$ 28.720,24 em 2017; R$30.062,70 em 2018 e R$ 31.394,91 em 2019.
Carência de Servidores
A PF conta com um concurso em pauta para o preenchimento de 558 vagas para os cargos de delegado e perito, que aguarda apenas liberação de verbas por parte do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). Porém, mesmo caso sancionada a valorização dos servidores, a carência é muito maior, em decorrência de outras áreas que também apresentam defasagem funcional. De acordo com dados apontados pelo presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Luis Antônio de Araújo Boudens, durante o Fórum Nacional dos Concursos Públicos, realizado no último dia 31 de agosto, em Brasília, para as demais carreiras a corporação conta com uma necessidade de nada menos do que 13.300 servidores. Além disso, segundo ele, caso o concurso para delegados não seja realizado o quanto antes, a carência de pessoal para o cargo pode chegar a 800 servidores, nos próximos anos, em decorrência de 400 aposentadorias previstas.
O presidente do Fenapref reforça que a maior necessidade na PF é para o cargo de agente federal que, conta com nada menos do que 6.400 postos em aberto, seguido da área administrativa, com necessidade de 5.300 servidores. Além disso, para escrivães são necessárias 1.200 contratações, além de 400 para papiloscopistas.O sindicalista aponta que a Fenapref é contra a prioridade na realização de concurso para delegado e perito. "Não precisamos de mais delegados e peritos, mas de uma urgente contratação de servidores para os outros cargos e de administrativos", diz.
Ainda de acordo com ele, o governo cobra a proteção das fronteiras, o que se torna impossível sem que haja um quantitativo de pessoal adequado, bem como investimentos em tecnologia, o que considera impossível com um orçamento decrescente. Além disso, ressalta que o órgão não tem como abrir outras unidades de policiamento pela falta de pessoal para ocupar os respectivos postos. Explica que a PF não abre novas unidades há cinco anos, período no qual apenas foram reformados prédios. “Nenhum gestor tem coragem de abrir novas unidades da Polícia Federal em nenhum local do país, pois não temos efetivos, policiais e servidores administrativos para trabalhar nestas unidades”, diz. ”As consequências disso são a não proteção da fronteira e o impedimento do órgão de oferecer um serviço com qualidade”.
Além disso, diz que muitas vezes tem sido divulgado que a Polícia Federal tem feito mais do que fazia antes, o que considera uma mentira. “Nós fazemos menos operações do que fazíamos, mas começamos a chamar de operação aquilo que realmente não é”, diz. “Antes havia um conjunto de ações contra o crime organizado que costumávamos chamar de ações, sempre com uma média de 150 a 200. Hoje qualquer intimação já é chamada de operação. Qualquer ação ordinária é chamada de operação para mascarar a realidade e mostrar que fazemos mais operações do que antes”, diz.
Delegado
Boudens aponta que, somente para o cargo de delegado existem, atualmente, 491 vagas em aberto, que o órgão tem tentado suprir com a realização do novo concurso. “Isto representa 28% do nosso efetivo, ou seja, um terço do nosso efetivo vago e a consequência é evidente. Como cada delegado poderia fazer umas duas operações por ano, esta realidade representa, no mínimo, 800 operações a menos a cada ano”. Além disso, de acordo com ele, com a reforma da previdência e a possibilidade da extinção do abono de permanência, todo mundo que está com abono de permanência irá se aposentar, bem como aqueles que já possuem condições de pedir aposentadoria. Com isto, de acordo com ele, a perspectiva é de que, em um período de dois ou três anos, mais 400 delegados se aposentem.
A corporação, de acordo com ele, possui atualmente 180 mil investigações em andamento. “Nem todas as investigações viram ações. Precisamos delimitar as prioridades, mas dentro desta realidade de defasagem de pessoal, nem isto é possível. Por isto, a PF acaba mascarando números e de um total de duas mil por ano, acabamos fazendo aproximadamente 300”.
Dentro de um contexto histórico, diz que em 1978, a PF contava com 500 delegados. Já em 1995, os mesmos 500 delegados. Em 2000, eram 700 delegados no país. “Até então, as principais atividades eram o combate às drogas e garimpo. Mas era uma atividade bastante limitada e uma atuação muito aquém do que poderia ser feito. Em 2001 foi realizado um concurso para 500 delegados, quase dobrando o efetivo. Do concurso até a posse são quase três anos. Isso preocupa, pois como temos quase 400 que podem se aposentar nos próximos anos, se abrir um concurso hoje, ficaríamos com 800 vagas em aberto. Hoje temos 1.717 delegados em atividade. Tivemos concurso em 2001 e 2004 para mais 500 cada, dobrando o efetivo. Mas em 2009, o quadro foi congelado, quando estava com 1.852. Agora estamos em um processo de desmonte”, diz. “Em 2018 devemos voltar a ter o efetivo que possuíamos em 2003”, reforça.
Administrativos
Já no quadro administrativo, diz que em 2004 o efetivo foi aumentado. “No FBI, por exemplo, para cada policial existem de seis a sete administrativos. No Brasil é o contrário. Em 2004 o efetivo cresceu, mas depois não foram feitos novos concursos e a PF passou a terceirizar as ações em aeroportos, o que não deu certo. Acabaram as terceirizações, mas não foram repostos os administrativos. Hoje, nosso quadro de administrativos é menor do que o de 2004, ao passo que as atribuições da PF aumentaram”. De acordo com ele, em 2014 aumentou um pouco pela substituição de alguns terceirizados.
Autonomia
O sindicalista ressalta, ainda, que o órgão conta com decreto de 2014 que permite a realização de concurso sem autorização do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) sempre que a carência de pessoal chegar a 5% do quadro. Porém, diz que, na prática, o decreto não está funcionando, uma vez que para isto é preciso ter orçamento, atestado pelo MPOG. “Não adianta ter autorização para fazer o concurso se não há orçamento para isto”. A solução, segundo ele, seria conquistar a autonomia do órgão. Para isto, já existe, segundo ele, uma campanha neste sentido, desde dezembro de 2015. “Sem a autonomia, não conseguimos avançar. Nós sabemos que, muitas vezes, a Polícia Federal tem por ação investigar atos de desvios praticados por membros do governo. Por isto existe, sim, resistência por parte de grupos no poder, no sentido de controlar as atividades da Polícia Federal e não existe, em nenhum lugar no mundo, uma instituição que tenha por finalidade investigar os atos do governo que não possua autonomia.
Ressalta, ainda, que um avanço foi a lei 13.047, que determina que a direção da Polícia Federal compete aos delegados. “Com isto, conseguimos evitar que alguém de fora da instituição fosse nomeado para a direção geral e das atividades da PF. Até 2014, qualquer pessoa poderia ser nomeada como diretor da corporação. Mas ainda não conseguimos avançar com o fim dos cargos comissionados, que buscamos trocar por funções comissionadas, ou seja, exclusivas para preenchimentos por funcionários concursados de carreira”.
fonte: jcconcursos

Paulo Vicente - Personal Trainer

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Veja como a atividade física pode auxiliar nos estudos

 Agora em época de vestibular e provas finas, veja nesta matéria como a atividade física pode auxiliar a obter ótimos resultados nos estudos !!! Uma nova pesquisa britânica publicada mostra que praticar exercícios regularmente melhorou as notas escolares de adolescentes e ajudou particularmente as meninas nos estudos de ciências.
Segundo descobertas divulgadas na edição online do periódico britânico "Journal of Sports Medicine", quanto mais ativas fisicamente forem, melhor o desempenho das crianças na escola. E, de acordo com um comunicado de imprensa, os "resultados das meninas em ciências pareceram ser aqueles que mais se beneficiaram" das atividades físicas.
Há muito tempo se acredita que movimentar o corpo impulsiona o funcionamento do cérebro, mas poucas evidências científicas existiam até agora. Para fazer o estudo, cientistas de Inglaterra, Escócia e Estados Unidos mediram o nível de atividade física de quase 5.000 meninos e meninas de 11 anos, que vestiram um "acelerômetro" leitor de movimento durante uma semana.
Seu desempenho acadêmico em inglês, matemática e ciências foi avaliado aos 11, 13 e 16 anos de idade. As crianças mais ativas fisicamente aos 11 anos tiveram um desempenho melhor nas três fases e em todas as disciplinas.
De acordo com os resultados, cada 17 minutos de exercícios diários aos 11 anos produziram uma melhora adicional nas notas dos meninos, e 12 minutos diários para as meninas com 16 anos.
O efeito foi notavelmente grande para as meninas em aulas de ciências. "Esta é uma descoberta importante, especialmente à luz da atual política do Reino Unido e da Comissão Europeia de aumentar o número de meninas em temas científicos", escreveram os autores.
No entanto, os cientistas se preocuparam em observar que aos 11 anos, os meninos praticam em média 29 minutos de exercícios de moderados a vigorosos por dia e as meninas, cerca de 18 minutos, muito menos do que os 60 minutos recomendados.
"As descobertas impeliram os autores a especular sobre o que poderia acontecer com o desempenho acadêmico se as crianças aumentassem a quantidade de atividade física de moderada a vigorosa que faziam para os recomendados 60 minutos", destacou o comunicado.
As crianças foram recrutadas em um projeto de larga escala denominado Avon Longitudinal Study of Parents and Children (ALSPAC ou Estudo Longitudinal Avon de Pais e Filhos, em tradução literal), no sudoeste da Inglaterra.
Os cientistas ajustaram os resultados para fatores que poderiam influenciar as descobertas, como peso da criança ao nascer, se suas mães fumaram durante a gravidez, peso e origem socioeconômica.
Segundo os cientistas, são necessárias novos estudos para entender como os exercícios conduziram a um desempenho melhor.

"As descobertas tem implicações nas políticas de saúde pública e educacional ao fornecer aos pais e às escolas um parâmetro potencialmente importante de melhorias significativas e sustentadas na atividade física", escreveram.
fonte: Bem Estar

Paulo Vicente - Personal Trainer

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Concurso para Corpo de Bombeiros Militar - GO

CBM GO - Corpo de Bombeiros Militar de Goiás - Intensivão
Código: 28198
Sobre o Curso
Início do curso: Imediato
Realize seu sonho de ser um Cadete do CBM GO!

Sabe a sensação de um Serra Dourada lotado? Mais emocionante que isso é ser aprovado no concurso público do Corpo de Bombeiros Militares de Goiás (CBM GO). São 40 vagas para Cadete, com salário de R$ 5.401,43. Que tal se uma dessas vagas for sua? O Aprova Concursos vai te ajudar!

Se você quer turbinar seus estudos, deixe a gente te ajudar. Faça agora mesmo sua inscrição no nosso Intensivão e aumente suas chances de ser aprovado no concurso do CBM GO.

Conteúdo

No Aprova Concursos você terá à disposição 203 videoaulas com foco total no concurso do CBM GO. Inscrevendo-se agora em nosso Intensivão você realmente poderá estudar desde o primeiro acesso. Isso mesmo! Não será necessário esperar até o dia 31/10 para efetivamente iniciar sua preparação.


Além disso, temos um acervo com 516 questões, e muitas delas com soluções comentadas em vídeo, para você treinar e ficar cada vez mais craque. Lembre-se que praticando com resolução de questões, você aumenta suas chances de conquistar a tão sonhada vaga.

Confira a carga horária do seu curso no Aprova Concursos. Estarei com a disciplina "Dicas para o Teste de Aptidão Física".

Paulo Vicente - Personal Trainer

Relação ciclismo e câncer de próstata - Novembro Azul

Estamos no início de novembro, também é o início da Campanha Novembro Azul, de conscientização da realização de exames preventivos para o público masculino. Esta é uma matéria de 2014, mas se mantém muito atual. Os exames preventivos são de extrema importância.
Um novo estudo descobriu uma ligação direta entre o uso prolongado de bicicletas e a chance de desenvolver câncer de próstata entre homens com mais de 50 anos. Um artigo sobre o tema foi divulgado na publicação de ciência Journal of Men’s Health.
Liderado por pesquisadores da universidade College London, o estudo é fruto de um levantamento realizado entre 2012 e 2013 que envolveu dados de 5.282 ciclistas. Eles foram avaliados pelos cientistas em relação às chances de desenvolverem problemas como impotência sexual, infertilidade e câncer de próstata.
Os dados obtidos na pesquisa indicaram que ciclistas com mais de 50 anos que pedalavam menos de 3 horas e meia por semana tinham 0,6% de chances de desenvolverem câncer de próstata. Já entre aqueles que pedalavam mais de 8 horas e meia por semana, o índice alcançava 3,5%.
“A ligação direta entre câncer de próstata e tempo passado na bicicleta oferece uma nova perspectiva no estudo das causas da doença e exige maiores investigações”, afirmam os pesquisadores no estudo.
Cautela
No artigo, os cientistas destacam que não foram constatadas ligações diretas entre o uso prolongado de bicicletas e a ocorrência de problemas de infertilidade ou impotência sexual.
Mesmo a ligação entre o ciclismo e o câncer de próstata, apontada pelo estudo, é vista com muita cautela pela comunidade científica.
“Essa descoberta não prova relação de causa e efeito. E eu simplesmente não estou convencido de que o ciclismo de fato cause maior incidência de câncer de próstata”, afirmou em texto publicado no portal Live Science David Samadi, urologista do Hospital Lenox Hill de Nova York.
Segundo ele, passar muito tempo sobre a bicicleta pressiona certas áreas da próstata. Isso causaria o aumento dos níveis da enzima PSA na corrente sanguínea.
A alta concentração dessa enzima no sangue é um dos indicadores usados por médicos para identificação do câncer de próstata. Então, a maior presença de PSA no sangue de ciclistas que pedalam mais pode estar facilitando o diagnóstico da doença entre eles.
“O que já sabemos, com certeza, é que exercícios e controle de peso reduzem o risco de câncer de próstata, além de várias outras doenças”, afirma Samadi em seu texto.
Logo, até segunda ordem, os ciclistas não precisam ficar preocupados com os resultados da pesquisa. Mas que o assunto merece ser estudado, merece.

Paulo Vicente - Personal Trainer

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Quais as propostas dos candidatos à Prefeitura de Curitiba com relação a ciclovias e parques

Com a aproximação do segundo turno das eleições em Curitiba, e uma disputa acirrada, veja quais são as propostas dos candidatos à Prefeitura da cidade segundo alguns sites com relação a bicicletas / ciclovias e parques, duas grandes ferramentas de trabalho para nós, educadores físicos !!!

Ney Leprevost:

Parques inteligentes – Os parques e praças serão dotados de wi-fi livre, iluminação pública eficiente, segurança com a presença da Guarda Municipal, comércio de Food Trucks. As academias ao ar livre serão remodeladas, as ciclovias terão piso permeável e os espaços contarão com ações de cultura e de esporte. O objetivo é fazer das praças e parques de Curitiba locais de convivência da população.

Ney ainda diz que a utilização de bicicletas para o deslocamento das pessoas será priorizada, com campanhas e programas de educação para o convívio no trânsito e investimentos em infraestrutura. Vamos desafogar a Linha Verde construindo viadutos e trincheiras para a transposição da via, acabar com a indústria da multa, investir mais em conscientização e realizar parceiras públicas privadas para construção de estacionamento subterrâneo e vertical.

Rafael Greca:

Um dos assuntos que deu o que falar no primeiro turno das eleições em Curitiba, a mobilidade urbana continua sendo preocupação nesta nova fase da disputa. O candidato Rafael Greca (PMN), que criticou diversas vezes a gestão do atual prefeito Gustavo Fruet (PDT), diz estar comprometido com os ciclistas da cidade, mas afirma que eventuais novas ciclovias serão feitas “de maneira a não infernizar a vida de quem dirige automóveis e ônibus”.

No plano de governo, o candidato do PMN diz que vai “dar continuidade a ações que incentivam o uso da bicicleta como meio de transporte”. No site da campanha, o candidato divulgou um vídeo (assista abaixo) com diretrizes propostas em uma carta compromisso apresentada pela Associação de Ciclistas do Alto Iguaçu (Cicloiguaçu), que foi assinada por Greca.

Entre as prioridades estão investimentos em infraestrutura e ampliação da segurança. Greca promete ampliar a infraestrutura para bicicletas, construir cruzamentos mais seguros e revitalizar passeios e calçadões.

“Fazer ciclovia é mais do que espalhar tinta colorida pelo chão. Eu espero fazer ciclovias e ciclofaixas que não ofereçam ciclistas em sacrifício, com grande segurança”, afirma o candidato. Questionado sobre onde serão construídas as novas ciclovias, o candidato foi vago. “Vão ser feitas dentro do desenho da cidade de maneira a não infernizar a vida de quem dirige automóveis e ônibus”, afirmou.

O candidato critica a adoção das ciclofaixas criadas em ruas como a Sete de Setembro, Avenida Paraná e João Gualberto, que permitem a circulação compartilhada de veículos e ciclistas nas chamadas vias calmas. Ele não esclarece, porém, se pretende acabar com os espaços compartilhados. “A Sete de Setembro tem que ser requalificada, ela é muito ruim. Não vou contar [se vou manter a ciclofaixa] porque o Ney Leprevost (PSD) copia”, disse.

Paulo Vicente - Personal Trainer

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Veja os cuidados que temos que ter com nossa voz !!!

Sabia que nós professores temos nossa voz mais exigida do que cantores ??? Veja nesta matéria como cuidar de nossa principal ferramenta de trabalho. 
A matéria abaixo refere-se a professores de sala de aula, mas aplica-se perfeitamente ao nossa trabalho, principalmente se não utilizarmos o microfone.
           Todo ser humano possui uma voz única que, além de mera ferramenta de comunicação, carrega traços de sua faixa etária, sexo, tipo físico, personalidade e estado emocional. Para alguns, no entanto, ela representa muito mais do que isso. Professores, atores, repórteres, cantores e outros profissionais têm na voz uma indispensável ferramenta de trabalho, e precisam estar atentos aos cuidados que devem adotar para não prejudicá-la.
É claro que todo mundo deve se preservar. Quem nunca saiu rouco do estádio após um jogo de futebol, ou de um show da sua banda favorita? Mas profissionais que utilizam a voz ficam sujeitos a deslizes comportamentais na propagação vocal com mais frequência.
O som que produzimos vem do ar que expiramos dos pulmões. Simplificando o processo, esse ar passa pelas pregas vocais na laringe, que vibram e o transformam em pulsos sonoros. Quando existe um problema nas cordas vocais, essa vibração se torna defeituosa, o que é chamado de disfonia. “A maioria dos problemas é causada por desequilíbrios e abusos vocais, além do excessivo e mau uso da voz”, explica Kelly Cristina Silverio, professora do Departamento de Fonoaudiologia da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). “As lesões mais recorrentes são o aparecimento de nódulos vocais, cistos intracordais, edemas e fendas glóticas.”
Professores e cantores
           A ocupação mais afetada é a de professor. É comum ouvir relatos clínicos nessa categoria como “sou rouco porque sou professor” ou “minha voz fica melhor nas férias”. Uma pesquisa em âmbito nacional realizada em 2010 pelo Sindicato dos Professores de São Paulo, em parceria com o Centro de Estudos da Voz, questionou 3.265 pessoas a respeito do assunto, das quais 1.651 eram docentes. O resultado revelou que cerca de 63% dos professores já sofreram de alguma alteração vocal, em comparação com apenas 35% da população em geral. Entre as principais disfonias relatadas pelos profissionais estão o cansaço vocal (92,8%), rouquidão (82,2%) e dificuldade para projetar a voz (82,8%).
“No caso de professores, as alterações emocionais decorrentes dos problemas de voz, somadas ao stress ligado à ocupação – rotina desgastante, falta de reconhecimento da profissão, fatores organizacionais do trabalho, carga horária excessiva, ambiente ruidoso, entre outros – podem ainda piorar ou perpetuar o quadro da disfonia”, completa. Segundo a professora, um bom modo de evitar o problema é o uso de microfone em sala de aula. No entanto, nem toda escola ou universidade oferece tal infraestrutura aos seus funcionários.
A profissão de cantor também exige muito da voz, e de uma maneira diferente. Os movimentos do canto são sofisticados, precisos, e precisam ser controlados com perfeição. Para tanto, é necessária boa saúde vocal. “A voz é um instrumento musical que anda, fala, tem depressão, chora. Isso tudo interfere”, declara a fonoaudióloga e musicista Beth Amin, orientadora de técnica vocal do Coralusp.
Segundo ela, é importante que o cantor exercite sua voz com regularidade. Para alcançar notas muito agudas, por exemplo, utiliza-se uma musculatura que quase não é acionada no dia a dia vocal. Se isso é feito com muito esforço, sem treino, a pessoa pode acabar danificando suas cordas vocais.
“O cantor lírico deve ter um cuidado ainda maior. A voz dele tem que ser sempre limpa, cristalina. A do popular pode ter características como rouquidão, soprosidade, o que para o lírico seria fim de carreira”, acredita a orientadora.
Tratamentos e cuidados
            Uma vez instalado o problema de voz e manifestadas as alterações – rouquidão constante, dor ou ardência na garganta, falta de ar ou cansaço ao falar, dificuldade para ser entendido, entre outras alterações –, o sujeito deve buscar um médico otorrinolaringologista, para realizar uma avaliação da laringe, e um fonoaudiólogo. Este é capaz de avaliar a voz, associar o diagnóstico do otorrino e tratar a alteração presente caso o problema seja decorrente do comportamento vocal inadequado.
Durante o tratamento, algumas orientações sobre saúde vocal são fornecidas ao paciente com o intuito de promover mudanças em sua rotina. A hidratação é um exemplo. Um organismo bem hidratado propicia maior lubrificação da laringe, resultando em menor esforço à fonação. A fonoaudióloga Kelly explica que isso vale para qualquer tipo de profissão que exige muito da voz, não só para cantores. “O ideal é ingerir pelo menos dois litros de água por dia”, comenta. Ela esclarece que não adianta beber um monte de água logo antes do exercício profissional. Deve ser algo presente no cotidiano.
“Na última sexta-feira eu fui cantar no colégio Santa Cruz, em Pinheiros”, conta a orientadora de técnica vocal do Coralusp. “Antes, tive que carregar teclado, amplificador, um monte de coisa, e acabei transpirando bastante. À noite, na hora de cantar, senti os reflexos disso e enfrentei algumas dificuldades em determinadas partes do repertório.”
O regime alimentar também é observado. Se mal balanceado, pode afetar a voz por causa da subida do suco gástrico para a laringe e a faringe, o chamado refluxo gastroesofágico. Quando ocorre, traz sintomas de laringite – rouquidão, pigarro, tosse seca, dor de garganta, entre outros. Segundo Kelly, deve-se evitar laticínios, chocolate, alimentos condimentados e gordurosos e café antes do uso profissional da voz.
           Além disso, o próprio modo com que a pessoa está acostumada a falar é trabalhado. “É importante ensiná-la a ter outro comportamento vocal”, diz Beth. “Muitas pessoas falam mal: com forte intensidade, gritando, tudo na garganta, com tensão. Dessa maneira, existe um acúmulo de esforço que prejudica a voz.”
O fonoaudiólogo oferece ainda ao paciente exercícios para fortalecer a resistência vocal, que devem ser repetidos diariamente em casa. A professora da FOB ressalta que cuidar de processos alérgicos também é essencial para que a voz se equilibre.
“É importante ressaltar que as recomendações, embora gerais, devem ser individualizadas e adaptadas da maneira que couber a cada um”, destaca Kelly. “O importante é respeitar os limites de cada profissional, agir na direção de ganhar resistência muscular e vocal para que a disfonia dê lugar a uma voz equilibrada.”

Paulo Vicente - Personal Trainer