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Mostrando postagens com marcador alongamento. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Síndrome do Piriforme

  A síndrome do piriforme consiste em uma importante causa de dor na região glútea, devido a uma irritação causada no nervo ciático, decorrente do aumento de tensão ou espasmo do músculo piriforme. O músculo piriforme trata-se de um músculo pequeno e profundo, que tem origem ao longo da superfície anterior do sacro, seguindo posterolateralmente pelo sulco isquiático, terminando no trocanter maior do fêmur. Possui função primária de rotação externa do quadril e abdução do mesmo. Na maior parte dos indivíduos, o nervo ciático passa por baixo desse músculo; contudo, em uma pequena parcela da população (aproximadamente 10%), o primeiro passa através do segundo, aumentando a predisposição para o surgimento da síndrome.
A primeira descrição desta patologia foi feita no ano de 1928, por Yeoman. No entanto, somente em 1947 foi que esta síndrome foi descrita na literatura com maiores detalhes, por Robinson. Este, por sua vez, nomeou a patologia de síndrome, pois relatou seis achados que compunham o quadro:
  • Histórico de trauma na região sacro-ilíaca e glútea;
  • Dor na região sacro-ilíaca, escoltadura ciática maior e piriforme que migra para a coxa, ocasionando dificuldade para deambular;
  • Aumento da intensidade da dor quando o paciente se encontra na posição sentada ou em pé ou, parando abruptamente quando o mesmo caminha;
  • Aumento de volume palpável e doloroso, ao exame do músculo piriforme por meio de toque retal;
  • Dor durante a elevação do membro inferior com o joelho estendido enquanto o paciente encontra-se deitado de costas (chamado de sinal de Lasegue);
  • Atrofia glútea, dependendo da duração das manifestações clínicas.
Hoje em dia esta síndrome é descrita como sendo um encarceramento do nervo isquiático (ciático), resultando em dor abrangendo na região glútea irradiando para toda a região inervada pelo mesmo. Até o momento não existe um consenso entre os pesquisadores a respeito de uma causa comum do surgimento desta patologia. Em metade dos casos, há histórico de traumas na região pélvica ou glútea. O trauma pode ocasionar inflamação, edema e espasmo do músculo piriforme, levando a compressão do nervo contra o ísquio. As inflamações crônicas do piriforme habitualmente são consequentes de uma variação anatômica, como, por exemplo, a passagem anormal do nervo ciático através do músculo piriforme. Outra possível causa são infecções.
Os pacientes relatam a presença de uma dor profunda na região glútea que queima e, normalmente, desce pela perna. Esta dor pode intensificar-se durante o movimento de abdução da coxa. O diagnóstico é feito com base na presença dos seis critérios descritos por Yeoman expostos acima. Todavia, é importante ressaltar que não é possível evidenciar a irritação do nervo ciático na região do músculo piriforme por meio de radiografias.

A melhor maneira de prevenir a síndrome do piriforme é mantendo os músculos, que participam do movimento de adução e abdução, alongados e fortalecidos. Além disso, antes de praticar qualquer atividade física, é de extrema importância realizar aquecimento adequado.  
fonte: InfoEscola

Paulo Vicente - Personal Trainer

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Fibromialgia e Exercícios Físicos

             A maioria dos pacientes com fibromialgia recebe orientação de seus médicos para se engajarem em algum tipo de atividade física, como parte do tratamento. Provavelmente muitos pacientes com fibromialgia já tentaram atividades físicas variadas, mas vários são os percalços nesta jornada. Alguns não conseguem exercitar-se pois sentem que suas dores pioram; outros já estão se exercitando, e não vêem grande benefício no ato em si; outros acham que ir numa academia ou outro local para fazer atividades físicas é muito trabalhoso.   Estes fatores levam a desânimo e abandono da atividade física como um todo, o que é extremamente prejudicial. Não há dúvida que a atividade física é vital no tratamento da fibromialgia. Múltiplos estudos demonstram este fato. O exercício melhora a disposição, o sono, ajuda a lidar com o estresse e, após algum tempo, exerce um efeito benéfico sobre a dor. O que poderia ser dito, então, para o paciente com fibromialgia conseguir chegar a um bom estado de condicionamento físico?

Primeiro, é preciso ter uma visão realista das coisas: a fibromialgia não melhora sem exercício. Muitos pacientes não gostam de atividade física, e precisam então ver a atividade como um “remédio” que é necessário para o seu bem-estar. Porém, ao contrário de um remédio amargo, que não muda com o tempo, a sensação de bem-estar do exercício é progressivamente maior, e muitos pacientes acabam gostando e mantendo-se bastante ativos.

Segundo: o exercício deve ser iniciado de maneira lenta e gradual; se o paciente está parado faz tempo, não adianta andar uma hora no dia seguinte à consulta médica. Deve-se iniciar com dez minutos, contados no relógio, e gradativamente aumentar este tempo para 30 minutos diários ou 45 minutos, três vezes por semana.


Terceiro: se a atividade física faz o corpo doer muito, pode ser por falta de analgesia adequada. O paciente deve conversar com o médico sobre que analgésicos tomar antes do exercício. Não se deve temer fazer isto, pois o analgésico não irá mascarar nenhuma lesão que aconteça no exercício. Mas, com certeza, o aproveitamento do exercício será melhor.

Quarto: aproveitar as várias oportunidades para atividade física. Parar o carro mais longe ou descer um ponto de ônibus antes do habitual podem ser bem aproveitados. Exercícios de alongamento podem ser feitos em qualquer lugar, a qualquer hora. O paciente com fibromialgia deve sempre estar se “esticando”, sem dar bola para quem está à sua volta.

Por último: paciência, muita paciência. Após o início de exercício regular, aquele de 30 minutos por dia ou 45 minutos três vezes por semana, pode haver uma demora de até um ano para uma resposta do corpo. Alguns pacientes respondem mais rápido, outros mais lentamente. Mas não se deve desanimar – a recompensa será muito valiosa, e a qualidade de vida, muito melhor.
fonte: http://www.fibromialgia.com.br/novosite/index.php?modulo=pacientes_outros_editais&id_mat=11

Paulo Vicente - Personal Trainer
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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Alongamento e Aquecimento no Inverno

O inverno se inicia hoje, e alguns cuidados para se manter ativo fisicamente não devem ser esquecidos.
No frio os músculos se tornam menos elásticos. A incidência de lesões é maior no frio do que no calor.
Mas sempre há a necessidade de fazer um bom aquecimento e um bom alongamento antes de iniciar qualquer atividade física e também de fazer um bom alongamento depois.
O aquecimento e o alongamento preparam o corpo, incluindo os músculos e as articulações, para a atividade a ser feita, principalmente se esta atividade for intensa. Depois da atividade, os alongamentos ajudam a relaxar a tensão sofrida pela musculatura.
Lembrando que um músculo forte é um músculo resistente e flexível, é muito importante se dedicar a estes exercícios, incluindo-os no seu programa. Bastam 10 minutos bem feitos para evitar grandes problemas. 


Veja abaixo alguns benefícios destas atividades:
  Aumento da mobilidade articular;
  Aumento da temperatura corporal e dos tecidos;
  Aumento do fluxo sanguíneo nos músculos;
  Diminuição da tensão muscular;
  Reduz o risco de lesão muscular;
  Interfere no desempenho da atividade a ser feita;
  Relaxa a musculatura entre outros.
Você pode começar pelo aquecimento, depois passe para os alongamentos e para a atividade que pretende fazer que pode ser aeróbica ou anaeróbica. Não se esqueça dos alongamentos finais. Desta forma, você aumenta o seu rendimento e o seu corpo agradece.

Paulo Vicente - Personal Trainer
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domingo, 14 de abril de 2013

Dor Lombar pode ser causada pela Síndrome do Piriforme


As lesões esportivas são comuns e específicas de acordo com a natureza do esporte. No caso da corrida, o toque repetido do pé no solo transfere as forças mecânicas dos membros inferiores até a coluna. E se algo não está harmônico neste "caminho das forças", as lesões podem aparecer com mais freqüência.
Quando falamos em lesões pensamos logo nas que são causadas pelo esporte ou atividade física praticada. Porém, existem lesões que são decorrentes de nossas atividades do dia-a-dia ou as que são provocadas pela junção de maus hábitos posturais mais o esporte.
É o caso da Síndrome do Piriforme, que é uma patologia que pode acontecer por associação de fatores presentes no nosso dia-a-dia e na prática esportiva. 


O QUE É? A Síndrome do Piriforme é uma irritação do nervo ciático provocada pelo aumento da tensão ou espasmo do músculo piriforme.
O piriforme é um músculo pequeno e profundo, localizado na nádega, sob os glúteos e tem como função a rotação externa da coxa, que é quando o joelho "olha" para fora, além de auxiliar na abdução (abertura da coxa). Sua localização vai do sacro (porção final da coluna) até o fêmur (osso da coxa). O nervo ciático passa debaixo deste músculo, mas em algumas pessoas (10%) ele passa através dele, o que aumenta a predisposição para a síndrome. Se o músculo for tensionado pode haver compressão do nervo ciático o que causa dor, com irradiação para a perna.
Alguns estudos relatam predominância maior de casos em mulheres numa proporção de 6:1.

O QUE CAUSA? A causa mais comum é a tensão e encurtamento do músculo piriforme. Porém tensão e encurtamento da musculatura próxima a ele (coluna, nádega e quadril) também geram tensão neste músculo, predispondo à compressão do nervo ciático.
É comum em esportes que requerem corrida, mudança de direção ou descarga de peso excessiva. Os seguintes fatores podem também favorecer o aparecimento da síndrome: corrida em terrenos duros ou irregulares, subir escadas, atividades que exijam muito agachamento e uso de calçados inapropriados para o tipo de pisada ou gastos demais.
No caso de pronação excessiva, o membro inferior sofre uma rotação excessiva, o que sobrecarrega a tíbia, joelho, quadril e coluna. Por isso é importante a utilização de calçados adequados para o tipo de pisada.
Quem anda e principalmente corre com a ponta do pé muito aberta, para fora (tipo dez para as duas) tem mais chances de tensionar o piriforme, pois fica o tempo todo estimulando o músculo na sua função, que é rodar a coxa para fora juntamente com o pé quando o joelho está esticado.
O aumento rápido na intensidade ou duração dos treinos pode contribuir para o aparecimento da síndrome por sobrecarga do piriforme. Traumas diretos podem provocar edema na região do piriforme ou causar uma tensão e conseqüente compressão e irritação do nervo ciático.
Um desequilíbrio muscular entre os rotadores internos e externos do quadril, como no caso de rotadores externos mais fortes que os internos, contribuem para encurtar o piriforme, além de desequilíbrios da pelve. Os distúrbios na biomecânica dos membros inferiores e coluna, incluindo distúrbios na marcha, vícios (maus hábitos) e alterações posturais também podem causar a síndrome.
Manter a postura sentada por longos períodos, principalmente com a coxa em rotação externa (como ao dirigir) diminui o aporte sanguíneo para a região do músculo e altera a fisiologia do piriforme (e dos músculos próximos à ele também) e provoca encurtamento.
Como esta é uma patologia causada por um aumento na tensão do músculo (ou espasmo), a falta de alongamento irá contribuir para que a musculatura envolvida se tensione ainda mais e piore os sintomas.

SINTOMAS. As queixas incluem dor que pode acontecer em alguns locais como: na região glútea (nádega), quadril, lombar, membro inferior e também formigamento ou dormência, que podem irradiar em direção à perna do lado acometido.
A dor pode ser reproduzida na rotação externa do quadril resistida, que é quando tentamos impedir o movimento de afastar os joelhos, ou seja, o joelho vai para fora e o pé para dentro, como ao cruzar uma perna sobre a outra. Ou quando se força o movimento contrário (rotação interna), isto é, quando forçamos o movimento de levar o joelho para dentro e o pé para fora.
Numa avaliação postural, o membro inferior acometido pode apresentar uma rotação externa maior que o não acometido (com o joelho esticado o pé roda para fora e sentado, o joelho "olha" para fora).

MEDIDAS A SEREM TOMADAS. Procurar um médico para que o diagnóstico seja estabelecido, descartando a possibilidade de outras patologias que têm sintomas parecidos com a Síndrome do Piriforme é a primeira atitude a ser tomada. Deve ser feito um exame físico detalhado para descartar a possibilidade de hérnia discal, problemas associados à compressão nervosa na região lombar (estreitamentos de forames), artroses ou patologias da região sacro-ilíaca.
Como é uma condição patológica que não se comprova em exames de imagem, o diagnóstico é estabelecido com base no exame físico e nos sintomas, o que pode acarretar em erro no diagnóstico e dificuldade no tratamento, ao se focar em coluna quando o problema está na região do quadril.
Depois de confirmado o diagnóstico, podem ser prescrito medicamentos para auxiliar no alívio da dor e relaxar a musculatura. Pode ser orientado repouso relativo (parar corrida ou qualquer outra atividade física por um tempo) ou apenas a redução no ritmo da corrida. Porém é importante a realização da fisioterapia, onde será orientado um programa de exercícios para equilibrar a musculatura, além de técnicas diversas para alívio dos sintomas, de acordo com cada quadro apresentado. Com isso, a prática esportiva acontecerá sem riscos de retorno dos sintomas.

TRATAMENTO. O tratamento tem como objetivos a redução da dor, melhora da flexibilidade e força e diminuição da tensão do músculo piriforme e dos músculos próximos à região, através de técnicas de massagem. Poderão ser utilizados aparelhos como ultra-som para o alívio da dor e formigamento/dormência e deve ser orientado um programa de alongamentos e fortalecimentos para que o retorno ao ritmo de corrida seja seguro e com boa performance.
A utilização de ultra-som e massagem são técnicas efetivas para remover metabólitos e tecido cicatricial (evita fibrose), além de acelerar a resolução da lesão.
A aplicação de gelo deverá ser feita para diminuir a dor, pois o gelo tem efeito analgésico e anti-inflamatório.
Os exercícios de alongamento e fortalecimento devem ser iniciados, de acordo com o quadro apresentado pelo paciente. Os alongamentos devem ser feitos no início de forma leve e os fortalecimentos devem ser introduzidos gradualmente.
Todos os músculos envolvidos, além do piriforme, devem ser alongados e fortalecidos para que funcionem em harmonia sem causar nenhum transtorno ao atleta no futuro.
fonte: http://revistacontrarelogio.com.br/materia/sindrome-do-piriforme-conhece/

Paulo Vicente - Personal Trainer
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terça-feira, 16 de outubro de 2012

16 de outubro - DIA MUNDIAL DA COLUNA - Saiba como prevenir dores.

16 de outubro – Dia Mundial da Coluna: Saiba como prevenir e tratar as dores que já atingem mais da metade da população brasileira!

80% dos brasileiros sofrerão desse mal pelo menos uma vez na vida. O problema é uma das principais causas de afastamento do trabalho no Brasil. É a partir dos 40 anos que você começa a perceber com mais freqüência os efeitos de uma vida inteira de erros de postura, uma herança de maus hábitos na hora de usar o computador, segurar o telefone com o ombro ou até mesmo de se sentar para realizar uma tarefa ou descansar. As dores começam a ser diárias, você já não acha uma posição confortável e vira um viciado dos relaxantes musculares. É hora de procurar um médico e buscar o tratamento adequado. A dor nas costas é a segunda causa mais freqüente de visitas a consultórios médicos e de faltas no trabalho. Só perde para a enxaqueca. Oitenta por cento dos brasileiros vão se queixar de dor nas costas em algum momento da vida, de acordo com pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP). Na maioria das vezes, para resolver o problema não é preciso tomar medidas radicais. O melhor remédio é mudar hábitos simples. É preciso fazer um trabalho em cima da postura, consertar hábitos errados, reforçar a musculatura e controlar o peso. A prática de exercícios é fundamental, para fortalecer a musculatura do tronco. Fazer caminhadas e alongar o corpo ao longo do dia são medidas simples que dão resultados rápidos quando os primeiros sintomas aparecem, se você se conscientizar que o alongamento é parte da tarefa que você precisa realizar, já terá adotado uma importante medida para prevenir a dor nas costas. Lembrando que o alongamento deve ser feito antes, durante e depois da tarefa. O sobrepeso é um fator agravante, que ajuda a piorar os sintomas e dificulta o tratamento, é como se o indivíduo estivesse carregando uma carga desnecessária, excedente que, certamente, causa complicações e pode levar a problemas crônicos como a artrose.
Conheça os inimigos da sua coluna:
• Postura inadequada durante as atividades físicas.
• Uso de calçados inapropriados, como tênis errado para o tipo da pisada.
• Sedentarismo.
• Ganho de peso
• Ergonomia inadequada, no trabalho (mesa e cadeira) e em casa (cozinha, colchão, sofá).
• Bolsas e mochilas muito pesadas.
• Colchão e travesseiro inadequados.
• Uso de notebook no colo.
• Banco de carro fundo, embreagem ou pedais muito duros.
• Movimentos repetitivos ou posturas que se mantêm por longos períodos, assim como a sobrecarga da região lombar.

 fonte: http://agitosp.wordpress.com/2012/10/16/16-de-outubro-dia-mundial-da-coluna-saiba-como-prevenir-e-tratar-as-dores/

A atividade física é recomendada, porém procure um profissional capacitado !!!

Paulo Vicente - Personal Trainer
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domingo, 10 de junho de 2012

EXERCÍCIOS E FRIO - UMA ÓTIMA COMBINAÇÃO

Soa estranho, mas praticar exercício físico em épocas de frio pode ser mais saudável e apresentar menos riscos do que enfrentar as altas temperaturas de nosso clima tropical.  Seguindo algumas orientações, será possível continuar realizando seu treinamento físico de forma saudável e equilibrada e, principalmente, respeitando as características de seu organismo e do meio ambiente de treinamento. Os riscos mais comuns de quem se exercita em temperatura baixa são: infecções das vias aéreas superiores como gripes, resfriados, pneumonias, otites, amidalites. Essas complicações podem, muitas vezes, ser evitadas através de uma alimentação balanceada, “rica” em vitaminas e minerais (frutas, verduras e leguminosas), que ajudam na defesa do sistema imunológico.

Aquecimento
O aquecimento é de extrema importância. Se feito de maneira inadequada, pode ocasionar lesões no sistema esquelético. Durante o aquecimento o organismo sofre transformações no funcionamento para adaptar os órgãos a essa mudança. Coração, pulmões, músculos, articulações e circulação passam por modificações que, dependendo dos antecedentes e hábitos, resultarão em maior ou menor eficácia na produção de energia. Essa fase inicial é de fundamental importância para qualquer tipo de atividade física. Para que haja essa perfeita adaptação ao exercício, é recomendável que o início da atividade seja lento e suave. Movimentos bruscos e rápidos são contra-indicados nessa fase de ajustes. O aquecimento prepara fisiológica e até psicologicamente para um evento e pode reduzir as chances de lesão articular e muscular. O processo de aquecimento alonga os músculos e, portanto, permite alcançar um maior comprimento quando uma força é aplicada. Fazem parte desse aquecimento: exercícios de alongamento, trotes leves e suaves e exercícios articulares de amplitude. Nesse aquecimento, os músculos específicos devem ser utilizados de forma a simular e produzir toda a amplitude dos movimentos articulares.
Não tenha pressa. Tenha em mente que o aquecimento deve ser gradual e suficiente para aumentar a temperatura muscular e central, sem causar fadiga nem reduzir as reservas de energia. É claro que isso varia de pessoa para pessoa. Um bom aquecimento para um atleta olímpico pode levar à exaustão uma pessoa que se exercita por recreação.

Roupas e hidratação
É bastante prudente que se proteja o corpo com roupas especiais para o inverno. O uso de moletons e calças é bem-vindo. A região de seu corpo que merece maior atenção é seu peito, por reunir vários órgãos vitais. Mesmo no inverno, é necessária a ingestão de água antes, durante e após os exercícios. Durante todo o dia procure ingerir cerca de 3 litros de água, pois esse líquido desempenha um papel importantíssimo em nosso organismo.
As baixas temperaturas favorecem a perda de calor corporal e o vento pode exacerbar essa perda. Contudo, a produção de calor corporal durante um exercício físico de moderado a extenuante é suficientemente alta para prevenir a baixa de temperatura corporal (hipotermia).
E as distensões e contraturas musculares podem ser minimizadas com aquecimento adequado.
As extremidades, como mãos e pés, também merecem atenção. Proteja-as com luvas e meias adequadas.
fonte: Metabolismo

Paulo Vicente - Personal Trainer

domingo, 6 de maio de 2012

DOR NAS COSTAS - COMO PREVENIR.

A coluna tem a capacidade de armazenar traumas ao longo do tempo, sem apresentar nenhum sintoma. Por isso, quando a dor aparece, é sinal que sua coluna pode estar num grau considerável de degeneração de suas estruturas. Se você sente dor nas costas, deve tentar mudar os hábitos errados que produzem lesões nas estruturas de sua coluna.
Você passa muitas horas de seu dia sentado? Saiba que a posição sentada em uma  posição inadequada é o maior fator causador de dores nas costas. Em vista disso a escolha da cadeira ou poltrona adequadas é fundamental para previní-las. Além disso, no próprio ambiente de trabalho, realize alongamentos para que a coluna se sinta mais aliviada.
A dor nas costas pode ser ocasionada por várias causas e doenças, como as lombalgias (má postura e excesso de peso), hérnia de disco (exercícios auxiliam no tratamento, mas há casos em que a cirurgia é necessária), artrose (causada pelo desgaste das áreas cartilaginosas, exercícios e alongamento auxiliam no tratamento).
Uma boa maneira de realizar um trabalho preventivo é a prática de atividade física, a que mais lhe agrada. Atividades aquáticas, musculação, bike indoor e até mesmo uma corrida na esteira são ótimas opções para um início, desde que sejam bem orientadas para cada caso. Um acompanhamento médico também é necessário, pois é fundamental saber exatamente em que condições se encontra "suas costas". Com isso você consegue criar hábitos saudáveis que lhe permitirão superar praticamente todos os incômodos que uma dorzinha chata nas costas pode causar. 


Paulo Vicente - Team of Personal Trainers
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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Cuidar da postura e alongamento para previnir lesões por esforço repetitivo.

O corpo humano não foi projetado para muitas das atividades que hoje pertencem à nossa rotina. Ficar sentado diante do computador durante horas, todos os dias, pode causar dores, dificuldades de movimentação e formigamento nos dedos.
Esses e outros sintomas estão ligados à LER (lesão por esforço repetitivo). A LER não é uma doença propriamente dita, mas engloba todos os problemas nos ossos e músculos que tenham origem em atividades repetitivas. Normalmente, o mal está ligado ao trabalho, mas isso não é regra.
As lesões são mais recorrentes em pessoas que digitam muito ou apertam mouse, atendem e transferem telefonemas ou fazem fotocópias. Em casa, os serviços domésticos também desencadeiam problemas. A lesão mais comum é a tendinite, uma inflamação nos tendões. Outras recorrentes são a síndrome do túnel do carpo, a tendinite de Quervain, o dedo em gatilho e o cotovelo de tenista. Três aspectos são fundamentais para reduzir os riscos: é preciso fazer pausas durante qualquer atividade e saber respeitar os limites do corpo; a altura e a posição dos aparelhos precisa estar adaptada à pessoa; e é necessário ter atenção com a postura. Em qualquer atividade que se faça, é importante usar todo o corpo. Pense no movimento que você realiza, por exemplo, quando se abaixa para pegar um objeto pesado no chão – o ideal é dobrar os joelhos e usar as duas mãos. Esse tipo de raciocínio serve para todos os trabalhos braçais. No caso do computador, em que a LER é comum, o que se deve observar é a posição dos objetos. A cadeira e a mesa devem ficar na altura que proporcione maior naturalidade e conforto a quem estiver sentado.
A posição mais recomendada do monitor é à altura dos olhos, para evitar que a pessoa abaixe a cabeça e force o pescoço. Para usar o teclado e o mouse, o ideal é  que o cotovelo forme um ângulo de 90 graus. Os dois pés devem ficar apoiados no chão e, se a máquina for compartilhada por indivíduos de alturas diferentes, o uso de almofadas pode resolver o problema. Quando o notebook ficar em cima da mesa, deve ser usado da mesma maneira que o desktop - computador convencional. Para isso, é recomendado colocar um suporte debaixo do computador, para que ele não fique muito baixo em relação aos olhos. Teclado e mouse também devem ficar na altura certa.

Paulo Vicente - Personal Trainer

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Cãibra, o que pode causá-la e como previnir.

Muitas pessoas temem o aparecimento da cãibra durante a prática de exercícios físicos, mas ela não é uma conseqüência desencadeada apenas pela atividade física.
Pode aparecer também em gestantes, em dias frios quando os membros inferiores não estão aquecidos adequadamente, em pessoas com problemas vasculares, em movimentos repetitivos no trabalho e até mesmo como efeito colateral de algum remédio. A cãibra se caracteriza por espasmos intensos ou contração muscular súbita, involuntária e dolorosa de caráter transitório, definida por muitas pessoas como uma puxada no músculo seguida de uma dor muito forte.
Esta contração pode ocorrer em um determinado músculo ou grupo muscular, que se contrai vigorosamente de forma dolorosa. A dor parece ser proporcional ao número total de unidades ativas, ou seja, quanto maior for a massa muscular envolvida, maior será a dor.

O que pode causar a cãibra:
- Perda excessiva de água e sais, como sódio e potássio, através da transpiração;
- Acúmulo excessivo de ácido láctico no músculo em conseqüência de grande esforço físico;
- Deficiência de fluxo sanguíneo, geralmente nos membros inferiores, causada por resfriamento, mudança brusca de temperatura ou problemas vasculares.

Como previnir:
- Mantenha uma dieta alimentar balanceada em sais e minerais;
- Beba de 250 ml a 350 ml de água ou isotônicos durante 1 hora de exercícios, de 20 em 20 minutos, mantendo-se hidratado;
- Coma bananas e laranjas, fontes de potássio;
- Alongue bem a musculatura antes e depois de qualquer atividade física;
- Repouso e boa adaptação à mudança de temperatura também ajudam a prevenir a cãibra;
- Se a cãibra aparecer, alongue o músculo ou grupo muscular afetado massageando-o com as mãos.

Paulo Vicente - Personal Trainer

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Dicas para caminhada leve, Programa Atitude Nissei RIC TV, com participação de Paulo Vicente

Olá meus amigos, estou postando um vídeo sobre dicas de caminhada leve na areia. Uma participação minha no Programa Atitude Nissei, que foi transmitido no dia 13/11, pela RIC TV - Record.
Abraços e bons treinos !!!!

Paulo Vicente - Personal Trainer