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Mostrando postagens com marcador stress. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 24 de junho de 2019

Ansiedade e Atividade Física


Creio que algo mais comum do que se parece são crises de ansiedade, e stress. Para que ainda não teve, fica apenas o relato de pessoas próximas, mas para quem já teve, que é o meu caso, a primeira vez a sensação é de que você literalmente vai morrer. Devido a este caso, resolvi pesquisar um pouco sobre este assunto e sua relação com os exercícios físicos. Um relatório divulgado recentemente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou que o Brasil é o País com a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade no mundo. São 9,3% da população com algum tipo de transtorno, índice três vezes superior à média mundial.
A situação econômica vivida atualmente no País, a pressão no emprego e nos estudos são alguns dos motivos apontados como geradores de transtornos que envolvem a ansiedade e que, se não forem devidamente tratados, podem evoluir para a depressão.
Apesar de muitas pessoas portadoras de algum transtorno ligado à ansiedade terem baixa tolerância ao exercício – receosas pela aceleração dos batimentos cardíacos que uma atividade física proporcionaria -, é justamente ela quem pode servir como poderoso remédio para combatê-lo.
A prática regular de exercícios físicos interfere positivamente no combate aos sintomas da ansiedade, agindo diretamente nos mecanismos fisiológicos do indivíduo. Ao final de uma atividade física, há o alívio do estresse e uma sensação de cansaço que faz, naturalmente, o corpo precisar de descanso e recuperação. Essa sensação reduz consideravelmente o sentimento da ansiedade. Isso sem deixar de ressaltar que o exercício físico estimula a produção de endorfina, hormônio ligado à sensação de bem-estar, felicidade e de prazer, sensações estas que se contrapõem a ansiedade.
Para a realização de uma atividade, qualquer que seja ela, é preciso atenção na execução dos movimentos. Esse envolvimento acaba por tirar a mente e emoção do indivíduo daquela rotina estressante e dos demais focos causadores de ansiedade.
Para que a atividade física realmente sirva como um remédio eficaz no combate aos transtornos de ansiedade, a importância da escolha dos exercícios é fundamental que se busque uma atividade que goste e que se sinta estimulado a praticar. Isso facilita o envolvimento e engajamento para fazê-la regularmente. Colocar metas na atividade que desafiem, mas que sejam simples de serem batidas, é algo que pode contribuir, já que a sensação de sucesso também age como um potente inibidor dos sintomas de ansiedade. E sempre buscar orientações de profissionais qualificados.

Paulo Vicente - Personal Trainer

sábado, 19 de maio de 2012

Endorfina - Vicie-se em Exercícios !!!

Você já ouviu falar que exercício vicia? Algumas pessoas realmente são viciadas em atividade física. Esta dependência causada pelo exercício é atribuída às concentrações elevadas de endorfina produzidas por determinados exercícios. Muitas pessoas se sentem irritadas, ansiosas, depressivas e com péssimo humor quando deixam de fazer exercícios físicos.
ENDORFINA é uma substância natural produzida pelo cérebro durante e depois de uma atividade física que regula a emoção e a percepção da dor, ajudando a relaxar e gerando bem estar e prazer. A endorfina é considerada um analgésico natural, reduzindo o stress e a ansiedade, aliviando as tensões e sendo até recomendado no tratamento de depressões leves.
Há pessoas que não gostam tanto do exercício, mas da sensação de bem estar de tê-los feito. Assim sendo, a liberação de endorfina que gera a sensação de bem estar, provoca esse estado de plenitude que experimenta o praticante regular de atividade física.
Mas esta liberação de endorfina depende das características da atividade física que estamos praticando. Entretanto, como se trata de um mecanismo provocado pela adaptação do corpo ao exercício, ela vai sendo liberada gradualmente desde o início da atividade. Em determinado momento, porém, atinge um limiar de produção que a torna perceptível e surge a sensação de bem-estar que persiste mesmo depois de terminado o exercício. Algumas pesquisas afirmam que os efeitos da endorfina são sentidos até uma ou duas horas após a sua liberação. Outros estudos observaram aumento das dosagens desse hormônio até 72 horas após o exercício. A endorfina é produzida na hipófise e liberada para o sangue juntamente com outros hormônios como o GH (hormônio do crescimento) e o ACTH (hormônio adrenocorticotrófico) que estimula a produção de adrenalina e cortisol. A intensidade e a duração do exercício parecem ser responsáveis pela concentração de endorfina no sangue. Após exercícios de intensidade leve a moderada (menor que 60% do VO2max) não foi verificado aumento da taxa de endorfina no sangue.
Um estudo comparativo entre um exercício aeróbico (com cargas crescentes de intensidade) e outro anaeróbio (com duração máxima de 1 minuto) encontrou concentrações plasmáticas aumentadas de endorfina de forma muito semelhante. No exercício aeróbio esse nível alto de endorfina foi encontrado após ter sido alcançado o limiar anaeróbio (cerca de 75% do VO2 máx). Observou-se também relação direta entre as concentrações de endorfina e outros hormônios relacionados à atividade física como o ACTH e adrenalina. Não existe um tempo de exercício pré-determinado a partir do qual a endorfina começa a ser liberada mais intensamente. Estudos, já citados acima, demonstraram que tanto exercícios aeróbios quanto anaeróbios podem provocar um aumento de sua concentração. Insista nos exercícios aeróbicos, na musculação e nos alongamentos. Sinta-se bem!

Paulo Vicente - Personal Trainer

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Ganho de massa muscular após os 40 anos

Grandes amigos, amanhã entro em um caminho sem volta, o caminho dos "enta". Nada para se desesperar, pelo contrário, existem aliados para que este caminho seja repleto de saúde e de boas surpresas !!!
Ainda que sem interesse em competições, suando para afastar os rótulos de senhores ou senhoras, não basta um calendário de exercícios bem feito. Tudo deve ser combinado com orientação nutricional. Um alerta para quem vive uma rotina agitada é ter cuidado com o tempo, ou melhor dizendo, a falta dele. O conhecido stress induz o corpo a produzir adrenalina, demandando maior energia em seu funcionamento, provocando fadiga , cansaço e indisposição. O processo desacelera os resultados do indivíduo que almeja o ganho dessa massa. Nesse sentido, vale também cultivar o hábito de dormir entre sete e oito horas por dia, para ficar mais descansado. Segundo estudos, o ganho de massa muscular após os 30 ou 40 anos fica muito difícil, porém não é impossível !!! Confira alguns aliados:
Ômega 3: a substância presente na gordura do peixe é anti-inflamatória e ajuda na fabricação de hormônios como o testosterona, que auxiliam no ganho de massa muscular.
Carnes: prefira as de corte mais magro, ou ainda carne branca, ou aves sem pele. 
Fibras: retardam a absorção de glicose, o que é bom. Com isso, a liberação da energia é feita de maneira prolongada, dispondo-se do recurso por mais tempo. Encontrada em alimentos como batata doce, pão integral e arroz integral.
Qualidade de Vida: Mantenha hábitos saudáveis, exercícios físicos com orientação, não fume, e mantenha sempre o bom humor.

Paulo Vicente - Personal Trainer

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Saiba o que acelera e o que desacelera seu metabolismo

Agora no verão, saiba o que acelera e o que desacelera seu metabolismo:

O que acelera o seu metabolismo:

- Exercícios físicos: A prática regular de exercício físico aumenta o metabolismo em cerca de 25% e o mantém num ritmo mais rápido por ate 15 horas depois da sessão de ginástica.

- Você pode exagerar na água: Este líquido é um aliado precioso para manter o nosso organismo funcionando a todo vapor.

- Não pule refeições: Quando o corpo recebe uma determinada quantidade de alimento em intervalos de tempo definidos, ele se adapta a queimar aquilo que você consome. Fazer seis refeições por dia é o mais indicado.

- Aposte nos alimentos energéticos: Couve-de-bruxelas, espargos, espinafres, brócolis, lentilhas, alface romana, feijão, nozes, amendoins, cajus, amêndoas, sementes de girassol e abóbora, iogurtes magros, ovos, maçãs, frutos cítricos, cereais integrais, salmão, carne magra e de aves, chá verde, café e chocolate preto.

O que desacelera o seu metabolismo

- Dietas drásticas: Todas aquelas dietas muito rígidas, que implicam um consumo calórico muito baixo reduzem o ritmo metabólico. Ao sentir-se privado de alimentos/calorias, o corpo começa a fazer reservas energéticas e é por isso que quando estas dietas acabam, normalmente, volta-se a ganhar o peso que foi perdido ou até mais.

- Falta de qualidade de vida: As situações de stress ou as alterações hormonais podem contribuir para um metabolismo mais lento.

- Diferença dos sexos: Os hormônios e a menor massa muscular fazem com que o metabolismo feminino seja cerca de 10% mais lento do que o dos homens.

- Estatura: As pessoas mais altas e com mais massa muscular têm um sistema metabólico mais rápido.

 - Idade: À medida que envelhecemos, o ritmo do nosso metabolismo torna-se mais lento.

- Fatores hereditários: Quem tem tendência a engordar, precisa controlar o consumo de calorias desde cedo. Caso contrário, o organismo não consegue queimar tudo o que foi ingerido e o ganho de peso é inevitável.

Paulo Vicente - Personal Trainer

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Exercícios Fisicos auxiliam a passar no vestibular, diz estudo.

Em ano de vestibular não adianta se debruçar só sobre os exercícios das apostilas. Os exercícios físicos também podem fazer diferença no desempenho escolar, destacam os especialistas.
Para o neurologista especialista em Neuroeducação e Neurologia Infantil José Alexandre Bastos, os benefícios da atividade física para o cérebro são notados ao longo de toda a vida escolar, mas principalmente em épocas decisivas, como o temido vestibular. "É uma verdadeira maratona tanto pela duração quanto pelo número de provas a que os alunos são submetidos", destaca.
Os benefícios já foram até provados por uma pesquisa americana, que constatou que alunos em boa forma física tendem a se sair melhor nas provas do que os sedentários e obesos. "Exercícios físicos estimulam a liberação de neurotransmissores, como a endorfina e a dopamina, fundamentais para o bom funcionamento do cérebro e a sensação de bem-estar", explica Bastos.
Existem ainda mais benefícios para os estudantes. A atividade física promove uma descarga saudável de adrenalina no cérebro, deixando a pessoa mais atenta, com menos tendência à sonolência, além de ajudar a manter o índice de glicose no sangue, fundamental para a nutrição dos neurônios. Fazer exercícios regularmente também ajuda a espantar o estresse de tanto estudo, além de proteger o corpo contra dores e problemas posturais tão comuns nos adolescentes, principalmente por causa das longas horas de estudo.
Para isso, é preciso incorporar à rotina alongamentos antes e depois da atividade física e também durante o tempo dedicado ao estudo. Fazer musculação também pode ser uma boa alternativa já que é possível mexer com o corpo todo, desde que orientada por um profissional de educação física. Complemente com uma atividade aeróbica, como caminhada. A musculação também vai te dar mais resistência para permanecer sentado por muito tempo sem ter dores nas costas.
Respirar fundo diminui a tensão e é o primeiro passo para relaxar os músculos. Quando o músculo está tenso, menos oxigênio passa por ele. Quando respiramos fundo, uma quantidade maior de oxigênio chega ao músculo e permite o relaxamento.
Durante o estudo ou na hora da prova, respire profundamente entre cinco e dez vezes. Assim, uma quantidade maior de oxigênio vai chegar ao seu cérebro, te ajudando a relaxar e aliviar a tensão.

Boas Provas!!!



Paulo Vicente - Personal Trainer

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Os Efeitos Benéficos do Sorriso

Sorrir faz tão bem para o corpo quanto praticar exercícios físicos

Médicos descreveram a risada alegre como uma atividade equivalente ao jogging. Para os especialistas, sorrir pode diminuir a pressão sanguínea, o estresse, além de estimular o sistema imunológico, exatamente como o que ocorre ao praticar exercícios moderados.
A experiência, realizada pela Universidade Loma Linda, na California, solicitou a 14 voluntários que assistissem comédias ao longo de 20 minutos. Segundo os especialistas que monitoraram os participantes durante a pesquisa, foi possível perceber nessas pessoas uma queda significativa nos hormônios que causam estresse, na pressão sanguínea e até nos índices de colesterol.
Os cientistas afirmaram ainda que o sorriso, bem como os exercícios físicos, têm a capacidade de “abrir o apetite.
Os resultados da experiência sugerem que a terapia do riso pode reduzir a incidência de doenças do coração e diabetes. As conclusões podem ajudar idosos que, por conta da idade, têm dificuldade em praticar exercícios físicos.
As emoções e os diferentes comportamentos têm um forte impacto no nosso corpo. A conclusão que a resposta do organismo ao riso repetitivo é semelhante ao efeito do exercício repetitivo.
Berk, médico responsável pelo estudo, que tem se dedicado aos efeitos da risada por mais de duas décadas, disse que a gargalhada produz uma sensação similar a sentida pelo corpo quando índices de endorfina são liberados após a prática de um exercício.
O cientista ainda afirma que sorrir é o melhor remédio para aliviar o estresse depois de um longo dia de trabalho. Ainda de acordo com o seu estudo, assistir meia hora de comédia por dia pode ajudar na prevenção de doenças cardíacas.
A pesquisa americana foi apresentada durante a conferência Experimental Biology, que ocorre anualmente na California.

Paulo Vicente - Personal Trainer