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sábado, 30 de setembro de 2017

1º de outubro - Dia Nacional do Idoso

     No 1º dia do mês de outubro celebra-se o Dia do Idoso no Brasil. Até 2006, o Dia do Idoso era comemorado no dia 27 de setembro. Isso porque, em 1999, a Comissão pela Educação, do Senado Federal, havia instituído tal data para a reflexão sobre a situação do idoso na sociedade, ou seja, a realidade do idoso em questões ligadas à saúde, convívio familiar, abandono, sexualidade, aposentadoria etc.
      No dia 1º de outubro de 2003, porém, foi aprovada a Lei nº 10.741, que tornou vigente o Estatuto do Idoso. Pelo fato de o Estatuto ter sido instituído em 1º de Outubro, em 2006 foi criada uma outra lei (a Lei nº 11.433, de 28 de Dezembro de 2006) para transferir o Dia do Idoso para 1º de outubro. Vale salientar que desde 1994, com a Lei nº 8.842, o Estado brasileiro já havia inserido a figura do idoso no âmbito da política nacional, dado que essa lei criava o Conselho Nacional do Idoso. O fato é que, com a criação do Estatuto do Idoso, em 2003, o Brasil começou a incorporar à sua jurisprudência resoluções de organizações internacionais, como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização Mundial da Saúde (OMS). Sabe-se que, em 1982, a ONU elaborou, em Viena, na Áustria, a primeira Assembleia Mundial sobre o Envelhecimento. Dessa Assembleia, foi elaborado um Plano de Ação Internacional sobre o Envelhecimento que tinha 62 pontos, os quais passaram a orientar as reflexões, legislações e ações posteriores a respeito do idoso.

É sabido, também, que, na Assembleia Geral de 1991, a ONU aprovou a Resolução 46/91, que trata dos direitos dos idosos. Os princípios dessa resolução norteiam as discussões contemporâneas sobre a situação do idoso. Entre esses princípios, estão os da “Autorrealização” e da “dignidade”, cujos pontos são:


Autorrealização:
  • Aproveitar as oportunidades para o total desenvolvimento das suas potencialidades;
  • Ter acesso aos recursos educacionais, culturais, espirituais e de lazer da sociedade;
Dignidade:
  • Poder viver com dignidade e segurança, sem ser objeto de exploração e maus-tratos físico ou mentais;
  • Ser tratado com justiça, independentemente da idade, sexo, raça, etnia, deficiências, condições econômicas ou outros fatores.
      Além desses princípios, a ONU ainda deu destaque às questões da assistência aos idosos e de sua integração e participação na sociedade, bem como da independência que lhes é inerente e que deve ser-lhes garantida em direitos como: oportunidade de trabalho, lazer, determinar em que momento deve afastar-se do mercado de trabalho, poder viver em ambientes seguros etc. O dia 1º de outubro, portanto, é reservado para pensar sobre todas essas questões fundamentais a respeito do idoso.
fonte: Brasil Escola

Paulo Vicente - Personal Trainer


domingo, 16 de junho de 2013

FORÇA NA TERCEIRA IDADE

Força e resistência na terceira idade

Prática permite aos idosos continuarem praticando atividades cotidianas com facilidade.        
Atividades que estimulem a associação da força com outras capacidades físicas, entre elas agilidade, mobilidade, estabilidade e resistência, são ideais para a terceira idade. Uma das modalidades de exercícios que envolvem tudo isso é o chamado treinamento funcional. Esse tipo de treino reduz o risco de lesões e habilita o idoso a continuar executando com facilidade suas atividades rotineiras, como subir e descer escadas, carregar objetos pesados ou brincar com crianças.


Segundo estudos, um dos principais benefícios do treinamento funcional nesta faixa etária é a funcionalidade dos movimentos e a forma como o praticante consegue atingir alto rendimento sem correr o risco de lesões ou mesmo se submeter a dores. Isso porque o foco do treino é a repetição sistemática de movimentos úteis, para ganho de força física, em conjunto com o fortalecimento integrado dos músculos que estabilizam o tronco e o quadril - região chamada de "CORE"-, gerando uma base de equilíbrio ao movimento do corpo.


Isso possibilita ao praticante da atividade física um aprimoramento das ações motoras, viabilizando um menor desgaste e menos chances de fadiga, dor, lesão músculo e articular e, consequentemente, que ele abandone a atividade física. O funcional trabalha com metodologia em cima das capacidades biomotoras, desenvolvendo um treino dentro do objetivo pessoal.

Paulo Vicente - Personal Trainer