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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Reforma do Ensino Médio. Qual a Verdadeira Intenção ?

Olá pessoal, há tempos me perguntam sobre o que eu acho da reforma no ensino médio, então resolvi gravar um pequeno vídeo com minha leiga opinião. Isto é apenas o que eu acho sobre este assunto tão controverso e tão desorientado por parte de seus próprios autores. Segundo a OMS três fatores básicos são o estopim da obesidade infantil: fatores biológicos, falta de acesso à boa alimentação e diminuição da atividade física na escola, e então vem o governo e diminui ainda mais esta prática, me causa espanto !!!

Paulo Vicente - Personal Trainer

domingo, 25 de setembro de 2016

REVISTA VIVER CURITIBA - MATÉRIA PROJETO REVEZAMENTO DA TOCHA NAS ESCOLAS

Olá pessoal, segue mais uma entrevista, agora para a Revista Viver Curitiba, sobre o Projeto Revezamento da Tocha nas Escolas, agradeço à equipe da Revista Viver pelo apoio ao Projeto e também convido a visitarem o link oficial da revista em http://revistaviver.com.br/gente/curitibano-leva-tocha-olimpica-a-escolas/ .


O esporte faz parte da vida de Paulo Vicente há 28 anos, mas foi em 2016 que o curitibano viveu um dos momentos mais emocionantes desde que se tornou educador físico. Paulo foi um dos condutores oficiais da Tocha Olímpica durante sua passagem por Curitiba, em julho. Segundo o educador, um dos principais motivos para sua indicação a essa função foi seu trabalho como voluntariado, no qual promove aulas de atividade física para a comunidade e arrecada agasalhos, alimentos e brinquedos para doação. Depois de carregar a Tocha, Paulo iniciou outro projeto para levar essa emoção a crianças e adolescentes.

Como começou seu envolvimento com o esporte?

Aos 16 anos comecei a praticar artes marciais e musculação e desde então nunca mais parei. Não consigo viver sem praticar diariamente alguma atividade física, nem que seja uma pequena caminhada. Hoje sou formado em Educação Física, pós-graduado em Gestão Esportiva, coordeno uma academia, sou docente em um curso preparatório para concursos públicos e ministro cursos em várias cidades do Estado.

O que o esporte representa na sua vida?

O esporte está presente em minha vida desde a hora que eu acordo, pois vou direto para academia atender meus clientes e depois realizo meus treinos, até o momento que vou dormir, quando termino de preparar os treinos para o dia seguinte. Lógico que sempre alerto que nada cai do céu, temos que correr atrás do que queremos, sermos profissionais, competentes, atualizados e comprometidos com nossa profissão. É por meio do esporte que posso desenvolver meu trabalho, aumentar a autoestima das pessoas, promover saúde, mobilidade e conquistas profissionais. É muito difícil imaginar minha vida sem o esporte, pois tudo que conquistei até agora foi por meio dele.

Você foi condutor da Tocha Olímpica aqui em Curitiba. Como foi esse momento?

Fui um dos selecionados devido ao trabalho social que realizo há 4 anos em Curitiba. Com relação ao momento, sendo bem franco, não tem como descrever! Eu sabia que seria muito emocionante, mas não imaginava que seria tanto! Uma energia positiva enorme, pessoas me aplaudindo, querendo tirar fotos, falando meu nome. Penso que tive muita sorte, pois quantas pessoas no mundo tiveram a honra de conduzir um dos maiores símbolos olímpicos! Foi sem dúvida uma das maiores emoções da minha vida.

Depois desse episódio você começou a levar a Tocha para escolas. De que forma você começou esse projeto?

Após a condução da Tocha em Curitiba, conversei com minha família e achamos mais do que justo compartilhar este momento com os estudantes, crianças e adolescentes. O objetivo era levar os valores olímpicos para eles, então para os maiores expliquei qual a simbologia da Tocha e do Fogo Olímpico (a história conta que enquanto houver o fogo, não poderá haver guerras, ou seja, a principal mensagem é o bom entendimento entre as pessoas, a paz e a união entre os povos). E para os menores, contei como os atletas chegaram até os Jogos, ou seja, se alimentado bem, dormindo bem, respeitando o técnico, respeitando o adversário, respeitando o colega de treino, e principalmente inspirando-os a terem essas atitudes. Após isso falava que, pelo menos um dia por ano, cada um separasse algo que não usa mais e realizasse uma doação a quem não tem. Para nós não faria falta alguma, mas para quem recebe, pode ser a única coisa que esta pessoa receberá no ano!

Como foi ver as crianças perto da tocha? Teve algum momento que te marcou mais?

Foram momentos únicos e emocionantes. Muitas delas não acreditavam e perguntavam se a Tocha era de verdade, se realmente era a Tocha das Olimpíadas. Originalmente eram três escolas, mas acabei visitando dez, atendendo aproximadamente 5 mil pessoas, entre alunos, professores e diretores. Toda escola que visitei preparou algo para me recepcionar. Uma delas expôs os trabalhos de todos os alunos sobre as Olimpíadas no pátio, outra colocou meu vídeo conduzindo a Tocha em um telão, me entrevistaram, pediram autógrafos, fotos. Então o que me chamou muito a atenção foi o engajamento da escola e dos professores com o tema Olimpíadas, eles realmente preparavam a escola para a visita. Apesar de tudo isso, os momentos mais emocionantes eram quando algumas crianças se aproximavam e diziam frases como: “Eu quero ser como você quando crescer” ou “Sou seu maior fã”. Isso sim me emocionou, pois sabemos que quando estas frases são proferidas por crianças, a sinceridade prevalece!


Paulo Vicente - Personal Trainer

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

DIA DO ATLETA PARALÍMPICO - 22/09

 O Dia Nacional do Atleta Paralímpico foi celebrado pela primeira vez no País no dia 22 de setembro de 2014, dando sequencia as comemorações ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência (21 de setembro). A celebração foi lembrada pela primeira vez, já que a data foi oficializada pelo Congresso Nacional.
De acordo com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), "a data deve ser celebrada uma vez que a prática esportiva é, não só uma técnica de reabilitação, mas um meio de inclusão dessas pessoas". O Brasil possui posição de destaque no cenário paralímpico mundial: somos a sétima potência mundial neste ramo de atividade esportiva. O CPB busca representar e liderar o movimento paralímpico brasileiro, buscando a promoção e o desenvolvimento do esporte de alto rendimento para pessoas com deficiência.
Para a entidade, as duas datas (21 e 22 de setembro) são momentos de muita importância. “Nunca é demais ressaltar que, em sua origem, o movimento paralímpico brasileiro surgiu a partir do movimento de luta das pessoas com deficiência, como meio de afirmação de seu potencial”, destaca a entidade.
É fundamental a conexão entre as duas datas: luta da pessoa com deficiência e atletas paralímpicos. O esporte tem um poder transformador inquestionável. É uma das ferramentas mais poderosas para promoção da saúde, educação e inclusão social. No caso dos atletas com deficiência, o esporte tem ainda o poder de por meio da afirmação da diferença, mudar a percepção das pessoas. Sejam elas com ou sem deficiência.

25 anos do Comitê Paralímpico Internacional
O Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês) comemora 25 anos da fundação da entidade. Presidente da organização, Sir Philip Craven afirma que todos devem ter orgulho do que o IPC conquistou desde sua criação e que ainda há muito trabalho a ser feito nos próximos anos.
O IPC nasceu em 22 de setembro de 1989, em uma reunião em Dusseldorf, na Alemanha. Seu primeiro presidente foi o Dr. Robert Steadward. O propósito da entidade era ser a única organização voltada para pessoas com deficiência e com o direito de organizar os Jogos Paralímpicos e os Campeonatos Mundiais para este público.

Paulo Vicente - Personal Trainer

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Campeão paralímpico supera tempo olímpico nos 1500 metros

Campeão paralímpico explica como superou tempo olímpico nos 1500 metros

Abdellatif Baka foi mais rápido do que Matthew Centrowitz, o campeão olímpico, e a razão para que isso tenha acontecido é simples
O campeão paralímpico Abdellatif Baka explicou porque é que conseguiu correr mais rápido do que o campeão olímpico Matthew Centrowitz na final dos 1500 metros.
Depois de ter afirmado aos jornais internacionais que esperava que a corrida dos 1500 metros fosse uma final rápida, o atleta admitiu que o fato de não ver os seus rivais fez com que corresse mais depressa.
Habituado a correr atrás de outro atleta para aumentar o ritmo da passada, Baka acabou por conseguir ser mais rápido do habitual durante a final de T13 (prova para deficientes visuais, mas que não precisam de guia para correr) enquanto lutava para ver onde se encontravam os outros atletas.
Na verdade, eu estava preparado para uma corrida rápida. Pensei que se ninguém acelerasse de início alguém o faria lá para o meio. No entanto, o melhor é estar preparado para vários cenários: foi assim que lidei com a situação", revelou o atleta, de 22 anos, que treinou com o irmão gêmeo, Fouad, para a prova onde ambos competiram.
O atleta paralímpico Abdellatif Baka, da Argélia, terminou a prova em 3:48:29, contra os 3:50.00 de Matthew Centrowitz nos Olímpicos. Já Tamiru Demisse, da Etiópia, passou a meta aos 3:48.49, e Henry Kirwa, do Quénia, aos 3:49.59. Até Fouad Baka, que chegou em quarto lugar, foi mais rápido que Centrowitz, ao fazer 3:49.84.

Paulo Vicente - Personal Trainer


sábado, 10 de setembro de 2016

Saiba quem é a atleta paralímpica que emocionou o Brasil

 Um dos momentos mais emocionantes da cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro, na noite da última quarta-feira (7/9), foi o revezamento da tocha dentro do estádio do Maracanã. Debaixo de chuva, a ex-atleta Márcia Malsar, que participava do carregamento da tocha, se desequilibrou e caiu com a chama olímpica.
Malsar, que caminhava com o auxílio de uma bengala, rapidamente se levantou e seguiu o trajeto, sendo ovacionada de pé pelo público que acompanhava a cerimônia no estádio. A atleta, que tem paralisia cerebral, levantou e concluiu seu trajeto de forma emocionante.
Márcia representou o Brasil nos Jogos Paralímpicos de 1984 e 1988. Ela foi a primeira atleta paralímpica do país a conquista uma medalha de ouro no atletismo, na prova dos 200m rasos. No Maracanã, ela recebeu a tocha de Antônio Delfino, também campeão paralímpico no atletismo. Ela passou a tocha para a terceira condutora de dentro do estádio, a ex-atleta paralímpica Ádria Santos. Em seguida, a chama foi levada por Clodoaldo Silva, que acendeu a pira.
O nadador brasileiro, escolhido para fechar o revezamento tem treze medalhas em quatro edições dos jogos. A edição do Rio de Janeiro será sua última Paralimpíada.

O presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC), Phillip Craven, exaltou os atletas paralímpicos em discurso durante a cerimônia de abertura. “Eles vão te surpreender. Mais que tudo, irão mudar vocês. Vocês verão obstáculos como oportunidades e no Rio terão a oportunidade de fazer um mundo mais justo. Seus valores deixam claro o que vocês apoiam e quem vocês são. Com seu desempenho, contem sua história, como a esperança sempre vence o medo. Somos parte de um só mundo”, disse Craven, que arriscou algumas frases em português.  

Paulo Vicente - Personal Trainer

Loja Virtual Eat4fit - Culinária Fitness - Visite !!!

Olá pessoal, minha loja virtual no facebook está no ar !!! Esta loja é promotora do site www.eat4fit.com.br - Culinária Fitness . Agora vc pode visualizar todos os pratos da EAT4FIT e adquiri-los com preço promocional para pessoa física. Funciona assim, você liga para um dos dois telefones, ou 41 96988502 ou 41 96818568 e diz que visualizou o prato na minha loja, garantindo o preço que está na página. O endereço da loja é Loja Paulo Vicente Personal Trainer . Sua alimentação ficará mais saudável, com várias opções de pratos. Abraços !!!

Paulo Vicente - Personal Trainer

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

PROJETO REVEZAMENTO DA TOCHA NAS ESCOLAS - AGRADECIMENTOS

Olá pessoal, chegou ao fim meu Projeto de Revezamento da Tocha Olímpica nas Escolas. O projeto inicial seriam 3 academias e 6 escolas. Foram 3 academias e 10 escolas. Um cálculo aproximado de mais ou menos 5.000 pessoas compartilhando os valores olímpicos comigo, nesta experiência fantástica que pude vivenciar !!! Além da emoção de conduzir a Tocha pelas ruas de Curitiba, a emoção de estar com os alunos das escolas vai marcar minha vida para sempre. Tentei levar à eles os valores de bom relacionamento entre as pessoas, a paz, a união dos povos e a importância de se fazer o bem a quem necessita. E ouvi frases emocionantes como : "Quero ser como você quando crescer.". "Sou seu maior fã". entre outras coisas que me emocionaram como o imenso engajamento dos professores durante a visita. Escolas decoradas, trabalhos sobre as Olimpíadas, recepção fantástica, telões, entrevistas, autógrafos, enfim creio que este projeto me ensinou muitas coisas. Então meu muito obrigado a todos pelo apoio e em breve espero poder compartilhar algo bom com vocês novamente !!! MUITO OBRIGADO !!!

Paulo Vicente - Personal Trainer