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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Campeão paralímpico supera tempo olímpico nos 1500 metros

Campeão paralímpico explica como superou tempo olímpico nos 1500 metros

Abdellatif Baka foi mais rápido do que Matthew Centrowitz, o campeão olímpico, e a razão para que isso tenha acontecido é simples
O campeão paralímpico Abdellatif Baka explicou porque é que conseguiu correr mais rápido do que o campeão olímpico Matthew Centrowitz na final dos 1500 metros.
Depois de ter afirmado aos jornais internacionais que esperava que a corrida dos 1500 metros fosse uma final rápida, o atleta admitiu que o fato de não ver os seus rivais fez com que corresse mais depressa.
Habituado a correr atrás de outro atleta para aumentar o ritmo da passada, Baka acabou por conseguir ser mais rápido do habitual durante a final de T13 (prova para deficientes visuais, mas que não precisam de guia para correr) enquanto lutava para ver onde se encontravam os outros atletas.
Na verdade, eu estava preparado para uma corrida rápida. Pensei que se ninguém acelerasse de início alguém o faria lá para o meio. No entanto, o melhor é estar preparado para vários cenários: foi assim que lidei com a situação", revelou o atleta, de 22 anos, que treinou com o irmão gêmeo, Fouad, para a prova onde ambos competiram.
O atleta paralímpico Abdellatif Baka, da Argélia, terminou a prova em 3:48:29, contra os 3:50.00 de Matthew Centrowitz nos Olímpicos. Já Tamiru Demisse, da Etiópia, passou a meta aos 3:48.49, e Henry Kirwa, do Quénia, aos 3:49.59. Até Fouad Baka, que chegou em quarto lugar, foi mais rápido que Centrowitz, ao fazer 3:49.84.

Paulo Vicente - Personal Trainer


sábado, 10 de setembro de 2016

Saiba quem é a atleta paralímpica que emocionou o Brasil

 Um dos momentos mais emocionantes da cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro, na noite da última quarta-feira (7/9), foi o revezamento da tocha dentro do estádio do Maracanã. Debaixo de chuva, a ex-atleta Márcia Malsar, que participava do carregamento da tocha, se desequilibrou e caiu com a chama olímpica.
Malsar, que caminhava com o auxílio de uma bengala, rapidamente se levantou e seguiu o trajeto, sendo ovacionada de pé pelo público que acompanhava a cerimônia no estádio. A atleta, que tem paralisia cerebral, levantou e concluiu seu trajeto de forma emocionante.
Márcia representou o Brasil nos Jogos Paralímpicos de 1984 e 1988. Ela foi a primeira atleta paralímpica do país a conquista uma medalha de ouro no atletismo, na prova dos 200m rasos. No Maracanã, ela recebeu a tocha de Antônio Delfino, também campeão paralímpico no atletismo. Ela passou a tocha para a terceira condutora de dentro do estádio, a ex-atleta paralímpica Ádria Santos. Em seguida, a chama foi levada por Clodoaldo Silva, que acendeu a pira.
O nadador brasileiro, escolhido para fechar o revezamento tem treze medalhas em quatro edições dos jogos. A edição do Rio de Janeiro será sua última Paralimpíada.

O presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC), Phillip Craven, exaltou os atletas paralímpicos em discurso durante a cerimônia de abertura. “Eles vão te surpreender. Mais que tudo, irão mudar vocês. Vocês verão obstáculos como oportunidades e no Rio terão a oportunidade de fazer um mundo mais justo. Seus valores deixam claro o que vocês apoiam e quem vocês são. Com seu desempenho, contem sua história, como a esperança sempre vence o medo. Somos parte de um só mundo”, disse Craven, que arriscou algumas frases em português.  

Paulo Vicente - Personal Trainer

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Começa Hoje o Revezamento da Tocha Paralímpica

Criada sob o mesmo conceito de “Paixão e Transformação” que a tocha Olímpica, mas com desenho e características próprias, a tocha Paralímpica Rio-2016 também terá um formato peculiar de revezamento. Entre hoje e segunda-feira, ela será acesa nas cidades de Brasília (DF), Belém (PA), Natal (RN), São Paulo (SP) e Joinville (SC), que representam as cinco regiões do país.

Na quarta-feira, dia 6, o revezamento chega ao Rio de Janeiro e as cinco chamas regionais, mais a que será acesa em Stoke Mandeville (cidade inglesa onde nasceu o movimento Paralímpico) na sexta-feira, se unirão no Museu da Amanhã, no centro da cidade, para formar o fogo que iluminará o Maracanã na cerimônia de abertura dos Jogos.

Durante o evento, ela ficará acesa na Candelária, também no centro. Cada chama representará um valor dos Jogos Paralímpicos: Brasília – igualdade; Belém – determinação; Natal – inspiração; São Paulo – transformação, e Joinville – coragem.

O valor para o Rio de Janeiro é paixão. Outra inovação do revezamento da tocha Paralímpica é a possibilidade da participaração de internautas de todo o mundo através do Twitter. Basta o usuário postar uma mensagem em sua conta na rede social utilizando a hashtag #ChamaParalímpica e o valor da cidade associada para que ele passe a integrar o mapa de calor, gerado de acordo com o volume de postagens por região. As tochas de cada cidade serão acesas a partir da energia enviada pelas mensagens. O mapa estará disponível no site rio2016.com.


Além do design com símbolos da cidade, tocha tem os valores Paralímpicos escritos no cabo, em Braille.

Paulo Vicente - Personal Trainer