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domingo, 18 de maio de 2014

Saiba (quase) tudo sobre a vacina da gripe!!! A vacina também previne de resfriados? Tem efeito colateral? Pode causar gripe? Quanto tempo leva para fazer efeito?

Começou a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe. O objetivo é reduzir a mortalidade, as complicações e as internações que ocorrem em consequência das infecções pelo vírus da influenza na população. Mas quem deve tomar? Quais são os efeitos colaterais? A própria vacina pode causar a gripe? Tire suas dúvidas:

1. Quais são os vírus que a vacina protege?
A vacina protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no inverno passado que são: Influenza A (H1N1); Influenza A (H3N2) e Influenza B.

2. A vacina contra gripe imuniza contra resfriado?
Não, pois o resfriado é diferente de gripe. A vacina não imuniza contra o resfriado causado por outros vírus.

3. Há alguma contraindicação da vacina?
A vacina só não é recomendada para quem tem alergia à proteína do ovo – usada na sua fabricação.

4. A vacina contra a gripe causa algum efeito colateral?
Não. A vacina usada na campanha contra a gripe é segura e bem tolerada. Em poucos casos, podem ocorrer manifestações de dor no local da injeção ou endurecimento. Isso pode ser associado a erro técnico de aplicação. Além disso, as pessoas que não tiveram contato anterior com os antígenos – substâncias que provocam a formação de anticorpos específicos – podem apresentar mal-estar, mialgia ou febre. Todas estas ocorrências tendem a desaparecer em 48 horas.

5. Vou ficar gripado (a) após me vacinar?
Não. A vacina contra a influenza (gripe) é inativada, contendo vírus mortos, fracionados ou em subunidades não podendo, portanto, causar gripe. Quadros respiratórios simultâneos podem ocorrer sem relação causa-efeito com a vacina.

6. A vacina contra a gripe tem o mesmo efeito que um antigripal?
Não, a vacina previne contra a gripe e o antigripal é um medicamento para o alívio sintomático da gripe, usado para reduzir os efeitos causados pela doença.

7. Quem deve receber a vacina?
Os grupos prioritários são recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e são: pessoas com 60 anos ou mais, gestantes, mulheres no período de até 45 dias após o parto (em puerpério), crianças entre seis meses e cinco anos de idade, profissionais de saúde, indígenas, pessoas privados de liberdade, além dos doentes crônicos e transplantados.

8. Por que nem todo mundo recebe vacina gratuitamente? Quais os critérios de distribuição?
A vacina de influenza tem por objetivo evitar os casos graves e os óbitos, e não eliminar a transmissão do vírus. Por isso, o Brasil, assim como todos os países que usam essa vacina, segue a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de vacinar os grupos com maior vulnerabilidade para as complicações e os óbitos. Na sua grande maioria, os casos de gripe são casos leves e que se resolvem espontaneamente sem sequelas ou complicações. Entretanto, nos grupos mais vulneráveis, o caso pode se complicar e gerar outras doenças graves, como a pneumonia.

9. Quem está dentro do grupo de doentes crônicos?
O grupo é formado por pessoas: que tenham HIV/Aids; transplantados de órgãos sólidos e medula óssea; doadores de órgãos sólidos e medula óssea devidamente cadastrados nos programas de doação; imunodeficiências congênitas; imunodepressão devido a câncer ou imunossupressão terapêutica; cardiopatias; pneumopatias; asplenia anatômica ou funcional e doenças relacionadas; diabetes mellitus; fibrose cística; trissomias; implante de cóclea; doenças neurológicas crônicas incapacitantes; usuários crônicos de ácido acetilsalicílico; nefropatia crônica/síndrome nefrótica; asma e hepatopatias crônicas.

10. Por que crianças com menos de seis meses não serão vacinadas?
A vacina disponível atualmente não é recomendada para o grupo de menores de seis meses em razão de não haver estudos que demonstrem a qualidade da resposta imunológica, ou seja, a proteção não é garantida.

11. Quanto tempo leva para a vacina fazer efeito?
Em adultos saudáveis, a detecção de anticorpos protetores se dá entre 2 a 3 semanas após a vacinação, e apresenta, geralmente, duração de 6 a 12 meses. O pico máximo de anticorpos ocorre após 4 a 6 semanas após a vacinação.

12. Onde está sendo realizada a vacinação?
Em 65 mil postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) espalhados por todo o país. Estes postos estão situados em Unidades Básicas de Saúde (UBS). É importante que os doentes crônicos apresentem uma prescrição médica no ato da vacinação.

13. Por quanto tempo dura a imunização pós-vacina?
Dura de 6 a 12 meses.

14. É obrigatório apresentar a caderneta de vacinação?
Não é obrigatória a apresentação da caderneta de vacinação, mas este documento é necessário para atualização de outras vacinas do calendário de vacinação.

15. Quem se vacinou no ano passado, precisa se imunizar de novo?
Sim, a imunidade dura – após a vacina – de 6 a 12 meses. A composição da vacina e produção é anual, e pode mudar conforme os vírus que circularam no ano anterior.

Paulo Vicente - Personal Trainer

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Higienização das mãos, Ambientes arejados e cuidados ao tossir - Evite a gripe

Secretaria da Saúde do Paraná confirma gripe como causa da morte de atleta no Oeste do Estado

Após análises laboratoriais, a Secretaria da Saúde do Paraná confirmou que a gripe foi a causa da morte de uma atleta de 14 anos, em Toledo, na Região Oeste do Estado. O laudo foi emitido pelo Laboratório Central do Estado apontou que havia a presença do vírus Influenza B, causador da gripe, nas amostras colhidas da jovem. Equipes da Secretaria estadual da Saúde vão continuar a investigando o caso. Segundo um relatório preliminar, a paciente apresentava sintomas gripais antes mesmo de chegar em Toledo, e pode ter adquirido a doença em Castro, cidade onde morava. Outras três amostras de colegas do mesmo time da atleta também foram positivas para Influenza B. As quatro meninas participavam do Campeonato Paranaense de Basquetebol Sub-15 Feminino, que seria realizado entre os dias 31 do mês passado e domingo, no município de Toledo. Após a morte da jovem e do registro de outras atletas com sintomas gripais, a competição foi suspensa conforme uma orientação da 20ª Regional de Saúde.
Segundo o superintendente de Vigilância em Saúde, Sezifredo Paz, o fato reforça a orientação para que as pessoas procurem atendimento médico assim que apresentem os primeiros sintomas.   A preocupação com a contaminação pelo vírus H1N1, causador da gripe A, voltou a mudar o comportamento das pessoas. O uso de álcool em gel nas mãos, uma das recomendações de higienização para prevenir a doença, voltou a crescer neste período de frio, quando ocorre a maior incidência da doença.
Em locais com circulação de pessoas os responsáveis pelos espaços também têm incentivado a higienização das mãos com álcool em gel. 

Os cuidados que as pessoas devem tomar para evitar a contaminação do vírus. A população deve manter a higienização, principalmente da mão, além de manter os ambientes arejados. Também é importante reforçar a alimentação e a ingestão de líquido. Já que apresentar algum sintoma de gripe, além de procurar um médico, deve ter cuidado para não contaminar os ambientes. Ao tossir ou espirar, proteja o nariz e a boca com a mão ou um lenço e faça a higienização imediatamente. Se a pessoa não tiver esse cuidado, pode disseminar o vírus da gripe, não só o H1N1, no meio ambiente e contaminar outras pessoas.

Paulo Vicente - Personal Trainer

sábado, 30 de junho de 2012

10 Dicas para se prevenir do H1N1 e continuar treinando com segurança !!!


O Influenza A (H1N1), popularmente conhecido como vírus da gripe suína, não se apresenta mais violento ou mortal do que o vírus da gripe comum (sazonal). No entanto, causa grande preocupação por desencadear doença grave, com casos de óbitos, em jovens, crianças menores de 2 anos, gestantes e pacientes com doenças crônicas.
Embora exista tratamento para a Influenza A, a prevenção é sempre o melhor remédio. Assim como acontece com o vírus da gripe comum, a incorporação de atitudes simples no dia a dia ajuda a evitar a contaminação, ambientes como academias merecem atenção especial. 
Veja 10 dicas para continuar treinando com saúde e segurança:
1. Manter todos os ambientes ventilados;
2. Na presença de sistema de ventilação artificial, estabelecer rigoroso controle de manutenção dos filtros do ar condicionado;
3. Intensificar a limpeza das áreas, em especial sanitários e vestiários com (água e sabão) ou produto próprio para limpeza;
4. Estabelecer rotina freqüente de desinfecção (álcool 70%) de balcões, vitrines, maçanetas, torneiras, porta papel toalha, porta sabão líquido, apoio de esteiras, bikes e elípticos , colchonetes e caneleiras;
5. Os materiais de uso comum aos clientes ( colchonetes, equipamentos para exercícios, etc.) devem ser desinfetados com álcool 70%, entre os usos, principalmente nos acessórios de contato com as mãos;
6. Disponibilizar a todos os clientes e colaboradores, acesso fácil a pias providas de água corrente, sabonete líquido, toalhas descartáveis, lixeiras com tampa acionada por pedal, além de álcool 70% ;
7. Estimular a higienização das mãos freqüentemente;
8. Divulgar para que ao tossir ou espirrar, deve-se cobrir o nariz e a boca com lenços descartáveis e que se evite tocar os olhos, nariz e boca;
9. Orientar os clientes para não colocarem os lábios no bico ejetor de água dos bebedouros. Dar preferência para copos descartáveis ou garrafinhas individuais. Proceder no equipamento, desinfecção com álcool 70 %, freqüentemente.
10. Caso apresente algum sintoma como febre, tosse, dor de cabeça, dores musculares e articulares, fique em casa e procure um médico !!

Paulo Vicente - Personal Trainer