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sábado, 15 de agosto de 2020

Curso Prevenção e Enfrentamento do Assédio e Abuso no Esporte

 

Um pouco mais de conhecimentos relacionados ao Esporte sempre será bem vindo em meu trabalho. Um assunto que pouco se fala, mas está presente em muitos ambientes de treinamento, é a questão do assédio, que não necessariamente será sexual, mas também o moral, na forma de constrangimento e humilhações. Neste sentido, o Curso de Prevenção e Enfrentamento do Assédio e Abuso no Esporte (PEAAE) é uma iniciativa do Comitê Olímpico do Brasil (COB), realizado pelo Instituto Olímpico Brasileiro (IOB), sua Área de Educação, e tem o objetivo de difundir amplamente o tema do assédio e abuso no esporte, contribuindo para a cultura de prevenção, enfrentamento e adoção de boas práticas, conforme a legislação vigente.

O conteúdo do Curso PEAAE foi inspirado no curso Safeguarding Athletes from Harassment and Abuse do Comitê Olímpico Internacional (COI); na Política de Prevenção e enfrentamento ao Assédio Moral e Sexual e Abuso Sexual do Comitê Olímpico do Brasil (COB); e no trabalho da Organização das Nações Unidas – ONU Mulheres, e do seu Programa Uma Vitória Leva à Outra.

Objetivos

O Instituto Olímpico Brasileiro (IOB) possui três objetivos com a realização do Curso PEAAE:

1) Difundir amplamente o tema do assédio e do abuso no esporte, conscientizando toda a comunidade esportiva sobre a importância deste tema;

2) Mostrar como o assédio e o abuso podem se manifestar no meio esportivo e algumas formas de reconhecer seus sinais; e

3) Informar sobre as ações de prevenção, canais de denúncia, enfrentamento e acolhimento a vítimas.


Paulo Vicente - Personal Trainer

www.personalpaulo.webnode.com

domingo, 21 de agosto de 2016

CERTIFICADO OFICIAL DE CONDUTOR

As Olimpíadas estão em seu último dia, e um gostinho de "quero mais" fica na garganta !!! Uma "saudadinha" dos jogos, da energia que somente os Jogos Olímpicos podem trazer a nós !!! Uma grande festa, que volto a repetir, não foi para o Brasil como instituição, mas sim para o povo brasileiro, que pode mostrar ao mundo que é um povo capaz de grandes realizações e de grandes feitos !!! E neste último dia, recebo MAIS UM PRESENTE !!! Chegou meu certificado de Condutor Oficial da Tocha Olímpica, assinado por Thomas Bach (Presidente do Comitê Olímpico Internacional) e por Carlos Arthur Nuzman (Presidente do Comitê Olímpico Brasileiro). Sinceramente não tem como eu não ter gostado demais desta Olimpíada !!! Foram, e estão sendo ainda, muitas emoções, únicas e especiais !!! Agradeço a todos pelo apoio que recebo até hoje pelo Projeto Revezamento da Tocha nas Escolas !!! E vamos fazer o que for possível para continuar levando os valores olímpicos a todos !!! Obrigado !!!
Paulo Vicente - Personal Trainer

sábado, 30 de julho de 2016

Equipe Olímpica dos Refugiados para os Jogos Rio 2016 é anunciada pelo COI

Equipe Olímpica dos Refugiados para os Jogos Rio 2016 é anunciada pelo COI e terá 10 atletas, entre eles dois judocas que foram acolhidos pelo Brasil. Todos se hospedarão na Vila Olímpica e, no desfile de abertura, entrarão antes da delegação brasileira no Maracanã.
O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou, nesta sexta-feira, o nome dos 10 atletas que irão compor um time especial de competidores nos Jogos Olímpicos Rio 2016: a Equipe Olímpica dos Refugiados.
Eles disputarão as Olimpíadas no Brasil como símbolos da esperança de todos os refugiados do planeta e a participação desses atletas, espera o COI, deverá chamar ainda mais a atenção mundial para a magnitude da crise dos refugiados que assola principalmente a Europa nos últimos anos.
Os atletas da Equipe Olímpica dos Refugiados, a primeira desta natureza em Jogos Olímpicos, desfilarão na cerimônia de abertura dos Jogos Rio 2016, no dia 5 de agosto, no Estádio do Maracanã, carregando a Bandeira Olímpica. Eles entrarão no estádio exatamente antes da delegação brasileira, o que promete trazer ainda mais emoção aos torcedores e chamar ainda mais atenção para o tema, uma vez que trata-se de um momento assistido por bilhões de pessoas em todo o planeta. Assim como todas as outras delegações nos Jogos Olímpicos Rio 2016, a Equipe Olímpica dos Refugiados terá sua própria comissão técnica para suprir as necessidades dos atletas. A fundista queniana Tegla Loroupe, atleta olímpica e ex-recordista mundial da maratona, será a chefe da missão da Equipe Olímpica dos Refugiados. A brasileira Isabela Mazão será a delegada-chefe da missão. As duas vão liderar um time de cinco técnicos e demais profissionais que trabalharão junto aos atletas durante a competição no Rio de Janeiro.
Os atletas escolhidos para a defender a Equipe Olímpica dos Refugiados são:
» Popole Misenga
País de nascimento: República Democrática do Congo
País onde se refugiou: Brasil
Modalidade: Judô (-90kg)
» Rami Ani
País de nascimento: Síria
País onde se refugiou: Bélgica
Modalidade: Natação
» Yiech Pur Biel
País de nascimento: Sudão do Sul
País onde se refugiou: Quênia
Modalidade: Atletismo – 800m
» James Nyang Chiengjiek
País de nascimento: Sudão do Sul
País onde se refugiou: Quênia
Modalidade: Atletismo – 400m
» Yonas Kinde
País de nascimento: Etiópia
País onde se refugiou: Luxemburgo
Modalidade: Atletismo – maratona
» Paulo Amotun Lokoro
País de nascimento: Sudão do Sul
País onde se refugiou: Quênia
Modalidade: Atletismo – 1.500m
» Yolande Bukasa Mabika
País de nascimento: República Democrática do Congo
País onde se refugiou: Brasil
Modalidade: Judô (-70kg)
» Anjelina Nada Lohalith
País de nascimento: Sudão do Sul
País onde se refugiou: Quênia
Modalidade: Atletismo – 1.500m
» Rose Nathike Lokonyen
País de nascimento: Sudão do Sul
País onde se refugiou: Quênia
Modalidade: Atletismo – 800m
» Yusra Mardini
País de nascimento: Síria
País onde se refugiou: Alemanha
Modalidade: Natação

Ao revelar os nomes dos atletas da Equipe Olímpica dos Refugiados, o presidente do COI, Thomas Bach, afirmou: “Esses refugiados não tinham casa, time, bandeira ou Hino Nacional. Nós ofereceremos a eles uma casa na Vila Olímpica juntamente com os atletas de todo o mundo. O Hino Olímpico será tocado em sua honra e a Bandeira Olímpica os guiará dentro do Estádio Olímpico. Isso será um símbolo da esperança por todos os refugiados do mundo e deixará o planeta mais alerta para a magnitude dessa crise. E ainda será um sinal para a comunidade internacional de que os refugiados são seres humanos como nós e podem enriquecer as sociedades. Esses atletas refugiados mostrarão ao mundo que, apesar das tragédias inimagináveis que eles encararam, qualquer um pode contribuir para a sociedade por meio de seu talento, habilidades e com a força do espírito humano”.  

Paulo Vicente - Personal Trainer