Visite Site Oficial

Visite Site Oficial
BLOG WITH TRANSLATOR
Mostrando postagens com marcador Olimpíadas de Inverno. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Olimpíadas de Inverno. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Atleta Mestre em Educação Física pode Estabelecer um Novo Recorde para o Brasil nas Olimpíadas de Inverno


Nos Jogos Olímpicos de inverno de PyeongChang-2018 o Brasil terá uma delegação composta por nove atletas (e mais um reserva), que deixaram para trás o forte calor do verão brasileiro para se aventurar em busca da medalha no inverno Sul Coreano.
Em relação aos Jogos de Sochi de 2014, quando enviou à Rússia 13 atletas, o time Brasil encolheu. Na Coreia, a equipe será formada por nove atletas e um reserva: Isadora Williams (patinação artística), Edson Bindilatti, Odirlei Pessoni, Rafael Souza, Edson Martins e o reserva Erick Vianna (bobsled), Michel Macedo (esqui alpino), Jaqueline Mourão e Victor Santos (esqui cross-country) e Isabel Clark (snowboard). 
A equipe brasileira chegou perto de sofrer a baixa de seu representante no esqui alpino.
Michel Macedo sofreu uma queda durante o treino de terça-feira e, após realizar exames de imagem, teve constatada uma inflamação no joelho, o que obrigará o atleta a perder as duas primeiras provas em que estava inscrito: o Combinado e o Super G. A comissão técnica brasileira torce para que o jovem de 19 anos tenha condições de disputar o Slalom Gigante e o Slalom Especial.
Com pouca tradição nos esportes de inverno, as chances do Brasil de conquistar uma medalha em PyeongChang são remotas, mas o país compete para tentar melhorar seus principais resultados históricos.
O melhor resultado do país em Jogos de inverno pertence a Isabel Clark, experiente atleta do snowboard que conseguiu um impressionante 9º lugar em Turim-2006.
Em Sochi, Clark terminou a prova na 14ª colocação, sendo novamente a atleta do Brasil de melhor colocação nos Jogos.
Na Coreia do Sul, quem também pode fazer um bom papel é a equipe brasileira de trenó 4-man, que hoje está entra as 20 melhores equipes do mundo. O objetivo agora é conseguir figurar entre os 15 melhores do planeta.
Mas, antes mesmo do início das competições, um brasileiro já teve motivos para comemorar. Ao chegar em PyeongChang, Edson Bindilatti recebeu a notícia de que será o porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura dos Jogos, nesta sexta-feira.
Aos 38 anos, o atleta do bobsled participará de sua 4ª edição dos Jogos Olímpicos. Edson já havia sido parte da primeira equipe brasileira de bobsled, em Salt Lake City-2002, e também competiu em Turim-2006 e Sochi-2014.
Outro fato importante é de que os Jogos vão servir para que a mineira Jaqueline Mourão estabeleça um recorde: vai competir pela sexta vez em olimpíadas. Atleta de esqui cross country, ela se juntará assim a Formiga (futebol), Torben Grael e Robert Scheidt (vela), Rodrigo Pessoa (hipismo) e Hugo Hoyama (tênis de mesa). Mas com um diferencial: dos recordistas, é a única que participou dos Jogos de Inverno e de Verão. Mestre em educação física, Jaqueline esteve na equipe de Mountain Bike de Atenas (2004) e Pequim (2008). Na olimpíada do frio, representou o Brasil no cross country em Turim (2006), Vancouver (2010) e Sochi (2014). Agora, volta à cena.
Os Jogos Olímpicos de PyeongChang serão disputados de 9 a 25 de fevereiro.

Paulo Vicente - Personal Trainer


sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Coréias do Sul e do Norte se unem para Olimpíadas de Inverno

 Uma delegação de atletas norte-coreanas de hóquei no gelo chegou nesta quinta-feira (25/01) à Coreia do Sul para iniciar os treinamentos da equipe conjunta das duas Coreias que vai disputar os Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang.
O grupo de 12 jogadoras norte-coreanas chegou ao local de treinamento em Jincheon, a 90 quilômetros de Seul, ignorando as perguntas de um grande número de jornalistas que as aguardavam no local. Elas receberam as boas-vindas da treinadora canadense Sarah Murray e das novas colegas.
Em acordo selado nas primeiras conversações entre Pyongyang e Seul após dois anos, ficou definido que atletas dos dois países vão marchar sob a mesma bandeira, da Península da Coreia, na cerimônia de abertura de 9 de fevereiro.
Também foi acordado que ambos teriam apenas uma equipe de hóquei feminino, com atletas de ambos os países competindo juntas, e que esquiadores do Norte e do Sul realizariam treinamentos conjuntos antes dos Jogos.
Park Chol Ho, o treinador norte-coreano que viajou a Jincheon com as atletas e outros dois membros da comissão técnica de hóquei, disse estar "muito contente" com a participação da equipe binacional nos Jogos de Inverno:
"Espero que possamos obter bons resultados se unirmos nosso esforços [...] apesar de não termos muito tempo para treinar."
As jogadoras do Norte e do Sul vão treinar separadamente no início, uma vez que a técnica precisará de tempo para conhecer as atletas do país vizinho. Os treinos com o grupo todo deverão ocorrer em meados da próxima semana. Anteriormente, Murray havia dito que treinar as atletas do país vizinho seria uma "situação difícil".
O ministro sul-coreano do Exterior, Kang Kyung-wha, afirmou no Fórum Econômico Mundial em Davos que a formação da equipe conjunta é uma oportunidade para um "engajamento pacífico", mas diz que a Coreia do Sul se preparou para "todos os cenários de contingência" em relação a possíveis ações provocativas por parte dos atletas do país vizinho durante os Jogos. "Precisamos tirar o melhor proveito disso", afirmou.
Pyongyang pede avanços para a unificação
A Coreia do Norte enviou nesta quinta-feira uma rara mensagem a "todos os coreanos daqui e do exterior" afirmando que os dois lados devem fazer avanços para uma futura unificação, sem a ajuda de países terceiros.
Todos os coreanos devem promover "contatos, viagens e a cooperação entre o Norte e a Coreia do Sul" e que Pyongyang vai "esmagar" todos os obstáculos à unificação da Península da Coreia, dizia a mensagem divulgada pela imprensa estatal norte-coreana.
As duas Coreias permanecem, tecnicamente, em guerra desde o conflito entre as duas partes (1950-1953), que terminou em armistício, ao invés de um tratado de paz. As tensões se agravaram dramaticamente no ano passado com os avanços promovidos pelo regime do ditador Kim Jong-un em seu programa nuclear, além da retórica agressiva que dominou as relações entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos.
As Coreias do Norte e do Sul participaram juntas de competições esportivas em apenas duas ocasiões: no campeonato mundial de tênis de mesa e no campeonato mundial de futebol para jovens, ambos em 1991. Esta será a primeira vez que os dois lados se unem disputar Jogos Olímpicos.

Paulo Vicente - Personal Trainer